APARTAMENTO Á VENDA, ARTUR ALVIM, SÃO PAULO, SP, 2 DORMITÓRIOS, SACADA.Residencial Artur Alvim

Rua Artur Alvim, 348 - Vila Santa Teresa (Zona Leste) - São Paulo/SP
2 quartos
1 banheiro
33 m² útil
Sem vagas
Salão gourmet
Churrasqueira
Portão Eletrônico
Aquecimento Elétrico
Porcelanato

Sobre o imóvel

Apartamento à venda com 2 quartos e 1 banheiro. Localizado no Condomínio Residencial Artur Alvim, em Rua Artur Alvim, no bairro Vila Santa Teresa (zona Leste) em São Paulo.

Desfrute de um apartamento, com diversas comodidades como:
  • Sacada
  • Porcelanato
  • Churrasqueira
  • Churrasqueira
  • Lavanderia
  • Entrada Lateral
  • Salão gourmet

Descrição

Apartamento à venda, Artur Alvim, São Paulo, SP, 1 torre, 4 pavimentos, 5 unidades por andar, 2 dormitórios, 1 banheiro, sacada, sem vaga de garagem, temos unidades de 33 a 40M2, valores de 209 a 239mil, Imóvel está dentro do programa minha casa, minha vida, financiamento por todos os bancos, inclusive Caixa Econômica Federal, aceito seu FGTS ou veículo como parte da entrada. Ótima localização próximo do comercio local, padarias, supermercados, farmácias, escolas e universidades, fácil acesso ao transporte público inclusive metrô Arthur Alvin A Estação Artur Alvim do Metrô foi inaugurada em 17 de setembro de 1988, junto com a Estação Patriarca. Além da arqui­te­tura similar, elas tinham em comum à época o fato de ter como vizi­nhas esta­ções homônimas, pertencentes ao Ramal Leste da Com­pa­nhia Bra­si­leira de Trens Urbanos (CBTU), a atual Linha 11-Coral da CPTM. Era por essas duas esta­ções que pas­savam “os anti­quados trens comuns que fazem a ligação entre o centro da cidade e a região leste da Grande São Paulo”, em defi­nição do jornal Folha de S. Paulo à época. Para a CBTU, nada mudou, nem a qua­li­dade do (mau) ser­viço for­ne­cido. Nunca houve inte­gração gratuita entre os trens de subúrbio e o Metrô nessas esta­ções. Em Artur Alvim, as esta­ções pas­saram a ser inte­gradas três meses após a inau­gu­ração da parada do Metrô, mas era neces­sário o paga­mento de nova passagem. A inau­gu­ração dos vizi­nhos modernos deter­minou que as anti­quadas esta­ções erguidas nos anos 1940. Depois que a CPTM assumiu as linhas da CBTU, incluindo o Ramal Leste, os planos da empresa eram criar o cha­mado Expresso Leste, que cor­reria pelo Ramal Leste, que passou a ser bati­zado de Linha E-Laranja e, desde o pri­meiro semestre de 2008, Linha 11-Coral. O Expresso Leste, que teve inves­ti­mentos de 753 milhões de reais, aca­baria com várias esta­ções no per­curso entre as esta­ções da Luz e Guai­a­nases, para ofe­recer uma opção ao mora­dores da Zona Leste que depen­diam de um Metrô super­lo­tado. Em 26 de maio de 2000, o trem parou pela última vez nas esta­ções Enge­nheiro Gual­berto, Carlos de Campos, Vila Matilde, Patri­arca, Artur Alvim, Ita­quera, Quinze de Novembro e Guai­a­nazes — em Cle­mente Falcão, o trem já não parava desde 1981. A Estação Artur Alvim, outrora conhe­cida como Oitava Parada, saiu de cena. Com o Metrô ao lado e a pos­si­bi­li­dade de ofe­recer naquela linha um ser­viço mais rápido, talvez tenha sido a melhor solução. Pelo ser­viço pre­cário que lá foi ofe­re­cido ao longo de pra­ti­ca­mente toda a sua vida, deixou poucas sau­dades, mas, sem a menor dúvida, ficou na lem­brança dos que tes­te­mu­nharam um dos piores aci­dentes na his­tória da rede fer­ro­viária pau­lista. Por volta das 8h50 de 23 de agosto de 1977, a com­po­sição de pre­fixo SW-3 che­gava à Estação Artur Alvim car­re­gando duas mil pes­soas rumo à Estação Roo­se­velt, no Brás, à época o final da linha. Mas, por ser um trem expresso, ele não pararia ali e seguiria pela pas­sagem de nível que existia logo após a estação. Naquele mesmo ins­tante, o ônibus de placas HW 6824, da Auto Viação São José, atra­ves­sava a pas­sagem de nível. “Quando vi o ônibus entrar na con­tramão da pista da pas­sagem de nível, em rela­tiva velo­ci­dade, per­cebi que iria bater”, disse o maqui­nista da Rede Fer­ro­viária Federal (RFFSA) em depoi­mento dois dias depois do aci­dente. “Aci­onei o sis­tema de freios elé­tricos da com­po­sição, mas não houve tempo para evitar o acidente.” A RFFSA divulgou, naquela tarde, um comu­ni­cado em que lamen­tava as dezoito mortes (que seriam 21 mais tarde) e os 22 feridos e cul­pava o moto­rista do ônibus, àquela altura em estado grave no hos­pital. Ele teria igno­rado “avisos acús­ticos e lumi­nosos exis­tentes na pas­sagem de nível”, aden­trando “impru­den­te­mente o leito fer­ro­viário”. Entre­tanto, existia a pos­si­bi­li­dade de, por haver um trem parado na pla­ta­forma sen­tido Estu­dantes da Estação Artur Alvim, o alarme sonoro ter parado. Como o sinal lumi­noso é pre­ju­di­cado pelos raios de sol matu­tinos, talvez a expli­cação para o aci­dente esti­vesse aí. Outra hipó­tese é de que o moto­rista teria ima­gi­nado que o trem pararia em Artur Alvim, e ele teria tempo para passar. Também não con­se­gui des­co­brir como foi fechado o inqué­rito. Duas semanas após o aci­dente, mora­dores da região reu­niram mais de 31 mil assi­na­turas em um abaixo-assinado pedindo a ins­ta­lação de uma can­cela na pas­sagem de nível e ame­a­çaram até sentar-se nos tri­lhos, para forçar uma solução para aquele pro­blema. Hoje, há uma pas­sagem sub­ter­rânea ligando a Ave­nida Águia de Haia à Rua Dr. Luís Aires. Além desse e de outros aci­dentes menores, a Estação Artur Alvim também foi palco de revoltas popu­lares contra o pés­simo ser­viço que era ofe­re­cido pela RFFSA, como em 6 de feve­reiro de 1981, quando mais de cinco mil pes­soas ape­dre­jaram um trem que que­brara ali, impedindo a pas­sagem de outras com­po­si­ções. Em seguida, a mul­tidão depredou as instala­ções da estação. Enquanto isso, na Estação Vila Matilde, havia des­do­bra­mentos: pas­sa­geiros irri­tados com o atraso cau­sado pelos inci­dentes em Artur Alvim incen­di­aram a estação e os trens lá parados. Para conter todos os enfu­re­cidos popu­lares, a polícia usou bombas de gás lacri­mo­gêneo, e a vio­lência da repressão poli­cial teve até tiros, dis­pa­rados nas depen­dên­cias da Estação Artur Alvim. No fim das contas, houve 38 feridos e cinco a oito com­po­si­ções quei­madas — a RFFSA não for­neceu o número cor­reto. Vila Matilde sofreu mais danos. Sem bilhe­te­rias, por alguns dias,os pas­sa­geiros que por lá embar­cavam faziam-no gra­tui­ta­mente, ao con­trário de Artur Alvim, cujos gui­chês não foram afetados. A antiga estação segue visível, tanto para os usuá­rios do Expresso Leste como para quem está na pla­ta­forma sen­tido Barra Funda da estação do Metrô. A partir desta, inclu­sive, é pos­sível ver na pla­ta­forma desa­ti­vada uma antiga placa, na foto que abre este texto. Nessa placa, lê-se “Eng. Artur Alvim”, além das indi­ca­ções dos des­tinos para ambos os lados, São Paulo (no caso, Roo­se­velt) e Rio de Janeiro (Cen­tral do Brasil), que dão uma ideia de há quanto tempo essa placa está aí. A grande parte ver­melha da foto é parte da sina­li­zação do Metrô. Em setembro de 2004, foi divul­gado que a CPTM tinha planos de alugar a estação para pequenos comér­cios, assim como outras das esta­ções desa­ti­vadas em maio de 2000. O pro­jeto nunca foi para a frente, e Artur Alvim segue aban­do­nada. A seguir, apre­sento algumas fotos que bati em uma visita à estação, em maio de 2011. Antigo acesso à Estação Artur Alvim Antigo acesso à Estação Artur Alvim As duas estações Artur Alvim, lado a lado As duas estações Artur Alvim, lado a lado Portões giratórios da antiga Estação Artur Alvim Portões giratórios da antiga Estação Artur Alvim Portões enferrujados na Estação Artur Alvim Portões enferrujados na Estação Artur Alvim Prédio da antiga Estação Artur Alvim Prédio da antiga Estação Artur Alvim Trem passa pelas plataformas da antiga Estação Artur Alvim Trem passa pelas plataformas da antiga Estação Artur Alvim Quem sai das catracas do Metrô e segue à esquerda, rumo ao ter­minal de ônibus, passa pelo acesso à estação antiga, hoje fechado por cor­rentes de plás­tico, com um papel colado a uma coluna com fita crepe esta­be­le­cendo que apenas “pes­soas auto­ri­zadas” podem entrar ali. Na primeira foto acima, a estação de Metrô está à esquerda. É pos­sível ver ao centro as cober­turas das plataformas. O que antes era o acesso da estação ao ter­minal de ônibus hoje virou um esta­ci­o­na­mento, com carros parados em frente até mesmo aos antigos por­tões gira­tó­rios de ferro, que ainda são vistos em diversas outras esta­ções da CPTM. Hoje ficam tra­vados para impedir a entrada, e a fer­rugem já toma conta das partes mais expostas às intempéries. Quem olhar de relance de dentro do trem pode ter a impressão de que ele deixou de parar em uma estação quando passa por Artur Alvim. Na última vez que um trem parou nessa estação, a com­po­sição não era tão moderna quanto a da última foto.

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Comodidades do imóvel

  • Churrasqueira
  • Cozinha
  • Sacada
  • Lavanderia
  • Sala
  • Gourmet
  • Aquecimento Elétrico
  • Aceita Pet
  • Porcelanato
  • Cerâmica

Comodidades do condomínio

  • Entrada Lateral
  • Salão gourmet
  • Churrasqueira
  • Portão Eletrônico

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VendaR$ 209.000

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