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Assim, o Brasil, e mais notadamente São Paulo, principal produtor de café, desenvolveram políticas de imigração, nas quais se insere o sistema de hospedarias, criadas para acolher imigrantes que vinham trabalhar nas lavouras e no início da indústria. Inaugurada em 1887, a Hospedaria de Imigrantes foi a primeira morada paulistana de milhares de estrangeiros e brasileiros de outros estados que escolheram viver em São Paulo. Suas principais funções eram acolher e encaminhar os imigrantes aos novos empregos. Para isso, o prédio contava com a Agência Oficial de Colocação e Trabalho. Além de alojamento, disponibilizava farmácia, laboratório, hospital, correios, lavanderia, cozinha e setores de assistência médica e odontológica. Para dar conta do grande número de pessoas, uma estrutura rígida foi pensada com fluxos e horários, envolvendo dezenas de funcionários. Especialmente na década de 1930, a Hospedaria passou a acolher também trabalhadores migrantes de outros estados brasileiros. Na década de 1970, perdeu sua função original e em 1978 encerrou suas atividades. Em seus 91 anos de funcionamento, a Hospedaria abrigou cerca de 2,5 milhões de pessoas de mais de 70 nacionalidades, origens e etnias. Desde o seu fechamento, a Hospedaria de Imigrantes passou por um processo de transformação, tornando-se patrimônio público e importante ícone da história do Estado, da cidade de São Paulo e também do Brasil. Em 1982, ocorreu o tombamento do edifício pelo Condephaat, e no ano de 1986 foi criado o Centro Histórico do Imigrante. Já em 1991, o prédio passou pelo tombamento do órgão municipal Conpresp, logo depois foi criado o Museu da Imigração (1993). Tornou-se Memorial do Imigrante em 1998 e, finalmente, a renomeação para Museu da Imigração (2011). ,PRÓXIMO DA ESTAÇÃO BRÁS é uma das estações do Metrô de São Paulo. Ela é a estação central e a mais movimentada da capital paulista. Situa-se na Praça da Sé, próxima à Catedral da Sé. Faz a integração da Linha 1–Azul com a Linha 3–Vermelha. Foi inaugurada oficialmente em 17 de fevereiro de 1978.[5] História Primórdios Praças Clovis Bevilácqua (centro) e da Sé (à direita), divididas pelo Palacete Santa Helena, anos 1950. Foto de Werner Haberkorn, Acervo do Museu Paulista da Universidade de São Paulo. A Praça da Sé sempre esteve presente desde os primeiros projetos de metrô em São Paulo, seja com uma estação ao seu redor ou sob a praça. A partir de 1945, com a implantação do primeiro terminal de ônibus da cidade, a Praça da Sé foi se consolidando como ponto nevrálgico dos transportes da capital, com imensas filas de passageiros para os poucos ônibus com destino a todos os cantos da cidade. A construção do edifício Mendes Caldeira nos seus arredores simbolizou o crescimento frenético da cidade de São Paulo, que recebera aquela época a alcunha de “cidade que mais cresce no mundo”. Com isso, os sistemas de transporte paulistano paulatinamente entram em colapso, pressionando as autoridades para solucionar o problema dos transportes.[6] Após várias tentativas fracassadas, em 1966 é formado o Grupo Executivo do Metropolitano (GEM), e em 24 de março de 1968 é fundada a Companhia do Metropolitano de São Paulo – Metrô, que contratada um consórcio formado pelas construtoras alemãs Hochtief e Deconsult e pela brasileira Montreal, formando o Consórcio HMD.[6] Projeto O Consórcio HMD contratou uma equipe de arquitetos-urbanistas liderada por Marcelo Aciolly Fragelli, que elaborou os projetos das estações. Na região central foi projetada, pelos arquitetos Roberto McFadden e José Paulo de Bem a estação Clóvis Beviláqcua, porém, por ser a maior estação da rede (abrigando as linhas Norte-Sul e Leste-Oeste e uma terceira linha para Santo Amaro- que acabou não saindo do papel) seu projeto foi concebido de forma lenta. A falta de espaço para a implantação da estação era o seu maior desafio até que a equipe propôs uma alteração radical: a unificação das praças da Sé e Clóvis Beviláqcua e a demolição do Edifício Mendes Caldeira e Palacete Santa Helena. Essa decisão causou controvérsia à época, porém a necessidade de se construir a rede de metrô falou mais alto.[4][7] Obras Implosão do Edifício Mendes Caldeira, 1975. Acervo da Companhia do Metropolitano de São Paulo. Detalhe de túnel com anéis de couraça metálica unidos por meio de parafusos, implantado nos primeiros trechos construídos por tuneladoras em São Paulo, entre os anos 1970 e 1980, incluindo nos arredores da estação da Sé. Atualmente, as tuneladoras implantam túneis com anéis de concreto pré-moldado, unidos por parafusos. Ao contrário das demais obras do metrô, iniciadas entre 1968 e 1971, as obras da estação Sé foram iniciadas apenas em 9 de fevereiro de 1974.[8] A essa altura, o primeiro trecho do metrô estava em testes desde 1972 e prestes a ser inaugurado. Isso colocava pressão nas obras da estação Sé, muito atrasadas. As escavações tinham o objetivo principal de alcançar a cota de 24 m de profundidade para permitir a chegada das duas Tuneladoras e a construção do túnel unindo as duas frentes principais de obra da Linha Norte Sul. Durante as escavações, um trecho sofreu um deslizamento (provocado por infiltração de água), atrasando ainda mais as obras.[9] Em 26 de setembro de 1975 os trens da Linha Norte-Sul já passavam sob as obras da estação Sé, ainda lentas, por conta da demolição manual do Palacete Santa Helena. Enquanto isso, a demolição do Edifício Mendes Caldeira, de 32 andares, era planejada. Os técnicos do metrô chegaram a conclusão de que seria necessário um método de demolição ainda inédito na América Latina:a implosão.[10] Implosão do Edifício Mendes Caldeira Para realizar a tarefa, foram contratadas a empresa nacional Triton e a estadunidense Controlled Demolition, Inc. (CDI). A demolição foi marcada para novembro de 1975. A demolição do Edifício Mendes Caldeira foi marcada por grande polêmica, pois até então o edifício mais alto demolido no mundo tinha 22 andares. A estrutura de concreto armado do edifício era muito resistente, causando temor nos engenheiros que o prédio se partisse ao meio e caísse sobre a Catedral da Sé ou os prédios vizinhos. Um fabricante de explosivos brasileiros se recusou a fornecer o material para a demolição temendo ser responsabilizado por uma grande tragédia. Por fim, até a Igreja Católica se opôs, temendo a destruição da catedral da Sé.[11] Os técnicos da CDI instalaram 777 cargas de explosivos, totalizando quase mil libras. Na madrugada de 16 de novembro de 1975 os arredores da praça da Sé foram tomados por milhares de espectadores para assistir aquele feito inédito na cidade. As 7h32 da manhã os sinos da catedral da Sé badalaram intensamente marcando o momento da implosão. Em 9 segundos, o edifício de 32 andares havia sido reduzido a uma massa de escombros, numa implosão perfeita (os únicos prejuízos foram duas janelas estilhaçadas de um prédio e de uma casa nos arredores da implosão), a um custo de US$ 270 mil. Foi a primeira implosão realizada na América Latina. Os trabalhos de limpeza duraram 20 dias e as obras, enfim, puderam ser retomadas com a velocidade necessária.[11][12] Inauguração Vista de uma das entradas da estação, com destaque para a Catedral da Sé. As obras da estação da Sé foram concluídas no início de 1978, sendo que a estação da Linha Norte-Sul foi aberta, juntamente com a praça unificada e reurbanizada da Sé em 17 de fevereiro de 1978. A estação da Linha Leste-Oeste foi aberta durante a inauguração desta linha em 10 de março de 1979. Em pouco tempo a estação se consolidou como a mais movimentada da rede do metrô, com cerca de 600 mil pessoas passando diariamente pela mesma (o equivalente a população de Osasco).[13] Características Estação com dois níveis de posição: o embarque da Linha 1–Azul e o da Linha 3–Vermelha são subterrâneos. Composta por mezanino de distribuição e dois níveis sobrepostos com duas plataformas laterais e uma central (um conjunto por linha) com estrutura em concreto aparente e aberturas para iluminação natural. O principal acesso integra-se com a praça no nível do passeio. Tem capacidade para 100.000 passageiros no horário de pico, e possui 39.925 metros quadrados de área construída.[5] Demanda média da estação A média de entrada de passageiros nessa estação, é de 97 mil passageiros por dia, segundo dados do Metrô. 47 mil passageiros embarcam na Linha 1–Azul e 51 mil passageiros embarcam na Linha 3–Vermelha, totalizando assim 97 mil entradas. Nota: Não leva em consideração o número de pessoas que integram entre as linhas 1–Azul e 3–Vermelha ,PRÓXIMO AO HOSPITAL SANTA MARGGIORI Uma empresa pioneira na preocupação com a saúde e o bem-estar dos mais vívidos, com um olhar especial para a prevenção. Essa é a Prevent Senior, a operadora que surgiu de um sonho e uma ação audaciosa e que hoje, Dia do Hospital , comemora o fato de já possuir 16 hospitais próprios, nomeados de Sancta Maggiore, além de outras unidades médicas em seis cidades, destinados para melhor acolher cada beneficiário e facilitar o seu acesso à medicina de ponta. Para chegar até aqui, no entanto, foi necessário muito trabalho por parte dos idealizadores do projeto, com a contribuição dos seus colaboradores e cada paciente atendido pelo plano, o que chamamos hoje de "Família Prevent Senior" . É uma linha do tempo que tem início em 1997 com a união dos irmãos Eduardo e Fernando Parrillo, respectivamente médico e administrador de empresas, para a compra de uma ambulância que era usada, nos anos 90, na remoção de pacientes graves até hospitais. O veículo era conduzido por Fernando e o atendimento médico realizado por Eduardo. “Foi um momento de muito sacrifício, em que toda a nossa família trabalhava na empresa para colocar o serviço de pé”, recorda Fernando. “Mas foi o passo definitivo para o nascimento da Prevent Senior.” Depois, a empresa, que teve sua frota expandida para três ambulâncias, foi vendida pelos irmãos para a compra de uma clínica em Santo Amaro. Logo na sequência, a dupla comprou o primeiro hospital da Prevent Senior – operadora pioneira no cuidado do Adulto+ no Brasil. Desde o início, a empresa tinha o acolhimento como diferencial. “Nosso DNA sempre foi cuidar com carinho dos pacientes, que na época já eram prioritariamente idosos sem acesso a planos de saúde”, explica Eduardo. Estrutura atual Hoje, a Prevent Senior permanece sendo uma empresa familiar, com Fernando na posição de CEO e o irmão Eduardo atuando como Diretor Clínico. A operadora conta com um total de 16 hospitais próprios e outras unidades, como prontos-atendimento, Núcleos de Medicina Avançada e Diagnóstica (incluindo por imagem) e Núcleos especializados em Oftalmologia, Oncologia, Ortopedia/Traumatologia e Reabilitação, além das redes credenciadas. Destaque também para o conceito de unidades temáticas, implementado pela empresa para tornar a experiência do paciente mais agradável e acolhedora. Para isso, algumas instalações, incluindo hospitais, foram ambientadas com referências turísticas. Essa realidade já pode ser encontrada no Hospital Sancta Maggiore Dubai, que remete ao clima árabe, no HSM Paris, que possui elementos que nos levam à charmosa “cidade das luzes” e também em outros locais, como o HSM Rússia e Japão, e o Núcleo de Medicina Avançada e Diagnóstica Prevent Senior Londres. ,PRÓXIMO A UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI é uma instituição privada de ensino superior localizada no estado de São Paulo, no Brasil. É uma das mais conceituadas universidades do Brasil em diversas áreas do conhecimento.[5] É uma das três melhores universidades privadas de São Paulo.[6] Está situada no Estado de São Paulo e possui 4 campi na capital e dois no interiorː em Piracicaba e São José dos Campos. Fundada em 1970, a Anhembi Morumbi mantém escolas de graduação e pós-graduação nas áreas de engenharia, educação, comunicação, negócios, saúde, direito, arquitetura, hospitalidade, artes e tecnologia da informação, entre outros. No estado de São Paulo, foi a primeira instituição de ensino a lançar um curso superior de turismologia, assim como os cursos inéditos e mais recentes de aviação civil, cosmetologia, design digital, gastronomia e quiropraxia.[7] Em 2005, tornou-se a primeira universidade internacional do Brasil ao ingressar na rede de universidades Laureate, oferecendo, a seus estudantes, intercâmbio com mais de 75 universidades distribuídas em 30 países do mundo.[8] A Escola de Medicina Anhembi Morumbi possui nota máxima do ministério da educação (Conceito 5).[9] O Centro Integrado de Saúde (CIS) da Universidade Anhembi Morumbi conta com uma estrutura de 2,8 mil metros quadrados de área construída, a qual engloba 47 consultórios.[10] O CIS costuma receber a visita dos principais nomes e instituições da área da medicina do Brasil e do Mundo.[11] O vestibular é um dos mais concorridos do Brasil e é organizado pela Fundação Vunesp. A Escola de Engenharia e Tecnologia da universidade atua principalmente em pesquisa e desenvolvimento de projetos de eficiência energética.[12] Na área de negócios, desde 2011 a Business School São Paulo faz parte da Universidade Anhembi Morumbi como parte da Escola de Negócios. A BSP é líder em educação em negócios no Brasil há 15 anos[13][14] e em 2013 foi eleita pela terceira vez consecutiva a melhor escola de negócios do Brasil e a 3º da América Latina pela QS TOP.[15][16][17] Na área de finanças foi a única instituição brasileira entre as 100 melhores do mundos, segundo o The Best Masters.[18] A Anhembi Morumbi foi considerada em 2011 pelo Guia do Estudante a melhor universidade do país para cultura e arte, juntamente à Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ,[19] por meio do Teatro Anhembi Morumbi e do São Paulo Fashion Week (SPFW).[20] História Entrada da universidade Anhembi Morumbi Anhembi Morumbi Vila Olímpia Biblioteca da Anhembi Morumbi Teatro Anhembi Morumbi Business School São Paulo (BSP) Em 1970, um grupo de publicitários instala, em São Paulo, a Faculdade de Comunicação Social Anhembi. Um ano mais tarde, outro grupo, formado por engenheiros e arquitetos, funda a Faculdade de Turismo do Morumbi, com o primeiro curso superior de turismo no Brasil a formar graduados na área. Em 1982, as duas instituições se unem e surge a Faculdade Anhembi Morumbi, oferecendo os cursos de comunicação social, turismo, secretariado executivo bilíngue e administração.[carece de fontes] No início da década de 1990, são lançados cursos superiores inéditos no Brasil: negócios da moda; pedagogia, com habilitações em tecnologia educacional e desenvolvimento na empresa; farmácia, com ênfase em cosmetologia; design digital, entre outros.[carece de fontes] Em 1997, a Anhembi Morumbi se credencia como Universidade. No ano seguinte, funda seu segundo campus, no prédio que abrigava a fábrica da São Paulo Alpargatas, no bairro do Brás, um marco da industrialização do Estado. Em 1999, implanta os Cursos Sequenciais, que oferecem diploma de Formação Específica em dois anos.[carece de fontes] Em 2001, é implementada a Graduação Modulada, a qual então permitia que o aluno obtivesse até dois diplomas de nível superior. Neste ano, também é criado o curso superior de aviação civil, primeiro na área e único em São Paulo. No ano seguinte, inauguram-se o Centro de Design e Moda Anhembi Morumbi (Campus Morumbi) e o Campus Vale do Anhangabaú, que passa a sediar o novo curso de Direito, entre outros da área de Negócios. Em 2005, depois de ampliar sua gama de cursos, a Universidade Anhembi Morumbi tornou-se membro da Rede Internacional de Universidades Laureate – a maior rede internacional de ensino superior do mundo.[21] Em 2010, a Universidade Anhembi Morumbi atende a cerca de 25 mil alunos, distribuídos pelos cursos de Graduação, Graduação Tecnológica, Graduação Executiva, Graduação On-line e Pós-Graduação Lato e Stricto Sensu.São Paulo - SPAPARTAMENTO ACONCHEGANTE À VENDA COM 1 QUARTO E 1 BANHEIRO NO TOTAL. ESTE IMÓVEL É BEM EQUIPADO E FICA SITUADO NO . O CONDOMÍNIO É BEM EQUIPADO COM DIVERSAS INSTALAÇÕES, APROPRIADO PARA QUEM BUSCA LAZER SEM SAIR DE CASA E FICA LOCALIZADO EM RUA FLORA NO BAIRRO BRÁS EM SÃO PAULO. , CONSIDERANDO UMA PARTE MAIS RESERVADA E SILENCIOSA, COM VISTA PARA A PARTE TÉRREA DO BAIRRO E O ESTACIONAMENTO, GARANTIDO O RECUO, SEM RISCO DE UMA OBRA PARA CORTAR A VISTA.PRÓXIMO AO MUSEU DE IMIGRAÇÃO DE SÃO PAULO A história do Museu da Imigração tem como ponto de partida o projeto da Hospedaria de Imigrantes do Brás. Após as primeiras leis abolicionistas, a imigração tornou-se uma saída para suprir a falta de mão de obra barata. Soma-se a esse contexto a situação de miséria e fome na Europa no fim do século 19 e início do 20. Assim, o Brasil, e mais notadamente São Paulo, principal produtor de café, desenvolveram políticas de imigração, nas quais se insere o sistema de hospedarias, criadas para acolher imigrantes que vinham trabalhar nas lavouras e no início da indústria. Inaugurada em 1887, a Hospedaria de Imigrantes foi a primeira morada paulistana de milhares de estrangeiros e brasileiros de outros estados que escolheram viver em São Paulo. Suas principais funções eram acolher e encaminhar os imigrantes aos novos empregos. Para isso, o prédio contava com a Agência Oficial de Colocação e Trabalho. Além de alojamento, disponibilizava farmácia, laboratório, hospital, correios, lavanderia, cozinha e setores de assistência médica e odontológica. Para dar conta do grande número de pessoas, uma estrutura rígida foi pensada com fluxos e horários, envolvendo dezenas de funcionários. Especialmente na década de 1930, a Hospedaria passou a acolher também trabalhadores migrantes de outros estados brasileiros. Na década de 1970, perdeu sua função original e em 1978 encerrou suas atividades. Em seus 91 anos de funcionamento, a Hospedaria abrigou cerca de 2,5 milhões de pessoas de mais de 70 nacionalidades, origens e etnias. Desde o seu fechamento, a Hospedaria de Imigrantes passou por um processo de transformação, tornando-se patrimônio público e importante ícone da história do Estado, da cidade de São Paulo e também do Brasil. Em 1982, ocorreu o tombamento do edifício pelo Condephaat, e no ano de 1986 foi criado o Centro Histórico do Imigrante. Já em 1991, o prédio passou pelo tombamento do órgão municipal Conpresp, logo depois foi criado o Museu da Imigração (1993). Tornou-se Memorial do Imigrante em 1998 e, finalmente, a renomeação para Museu da Imigração (2011). ,PRÓXIMO DA ESTAÇÃO BRÁS é uma das estações do Metrô de São Paulo. Ela é a estação central e a mais movimentada da capital paulista. Situa-se na Praça da Sé, próxima à Catedral da Sé. Faz a integração da Linha 1–Azul com a Linha 3–Vermelha. Foi inaugurada oficialmente em 17 de fevereiro de 1978.[5] História Primórdios Praças Clovis Bevilácqua (centro) e da Sé (à direita), divididas pelo Palacete Santa Helena, anos 1950. Foto de Werner Haberkorn, Acervo do Museu Paulista da Universidade de São Paulo. A Praça da Sé sempre esteve presente desde os primeiros projetos de metrô em São Paulo, seja com uma estação ao seu redor ou sob a praça. A partir de 1945, com a implantação do primeiro terminal de ônibus da cidade, a Praça da Sé foi se consolidando como ponto nevrálgico dos transportes da capital, com imensas filas de passageiros para os poucos ônibus com destino a todos os cantos da cidade. A construção do edifício Mendes Caldeira nos seus arredores simbolizou o crescimento frenético da cidade de São Paulo, que recebera aquela época a alcunha de “cidade que mais cresce no mundo”. Com isso, os sistemas de transporte paulistano paulatinamente entram em colapso, pressionando as autoridades para solucionar o problema dos transportes.[6] Após várias tentativas fracassadas, em 1966 é formado o Grupo Executivo do Metropolitano (GEM), e em 24 de março de 1968 é fundada a Companhia do Metropolitano de São Paulo – Metrô, que contratada um consórcio formado pelas construtoras alemãs Hochtief e Deconsult e pela brasileira Montreal, formando o Consórcio HMD.[6] Projeto O Consórcio HMD contratou uma equipe de arquitetos-urbanistas liderada por Marcelo Aciolly Fragelli, que elaborou os projetos das estações. Na região central foi projetada, pelos arquitetos Roberto McFadden e José Paulo de Bem a estação Clóvis Beviláqcua, porém, por ser a maior estação da rede (abrigando as linhas Norte-Sul e Leste-Oeste e uma terceira linha para Santo Amaro- que acabou não saindo do papel) seu projeto foi concebido de forma lenta. A falta de espaço para a implantação da estação era o seu maior desafio até que a equipe propôs uma alteração radical: a unificação das praças da Sé e Clóvis Beviláqcua e a demolição do Edifício Mendes Caldeira e Palacete Santa Helena. Essa decisão causou controvérsia à época, porém a necessidade de se construir a rede de metrô falou mais alto.[4][7] Obras Implosão do Edifício Mendes Caldeira, 1975. Acervo da Companhia do Metropolitano de São Paulo. Detalhe de túnel com anéis de couraça metálica unidos por meio de parafusos, implantado nos primeiros trechos construídos por tuneladoras em São Paulo, entre os anos 1970 e 1980, incluindo nos arredores da estação da Sé. Atualmente, as tuneladoras implantam túneis com anéis de concreto pré-moldado, unidos por parafusos. Ao contrário das demais obras do metrô, iniciadas entre 1968 e 1971, as obras da estação Sé foram iniciadas apenas em 9 de fevereiro de 1974.[8] A essa altura, o primeiro trecho do metrô estava em testes desde 1972 e prestes a ser inaugurado. Isso colocava pressão nas obras da estação Sé, muito atrasadas. As escavações tinham o objetivo principal de alcançar a cota de 24 m de profundidade para permitir a chegada das duas Tuneladoras e a construção do túnel unindo as duas frentes principais de obra da Linha Norte Sul. Durante as escavações, um trecho sofreu um deslizamento (provocado por infiltração de água), atrasando ainda mais as obras.[9] Em 26 de setembro de 1975 os trens da Linha Norte-Sul já passavam sob as obras da estação Sé, ainda lentas, por conta da demolição manual do Palacete Santa Helena. Enquanto isso, a demolição do Edifício Mendes Caldeira, de 32 andares, era planejada. Os técnicos do metrô chegaram a conclusão de que seria necessário um método de demolição ainda inédito na América Latina:a implosão.[10] Implosão do Edifício Mendes Caldeira Para realizar a tarefa, foram contratadas a empresa nacional Triton e a estadunidense Controlled Demolition, Inc. (CDI). A demolição foi marcada para novembro de 1975. A demolição do Edifício Mendes Caldeira foi marcada por grande polêmica, pois até então o edifício mais alto demolido no mundo tinha 22 andares. A estrutura de concreto armado do edifício era muito resistente, causando temor nos engenheiros que o prédio se partisse ao meio e caísse sobre a Catedral da Sé ou os prédios vizinhos. Um fabricante de explosivos brasileiros se recusou a fornecer o material para a demolição temendo ser responsabilizado por uma grande tragédia. Por fim, até a Igreja Católica se opôs, temendo a destruição da catedral da Sé.[11] Os técnicos da CDI instalaram 777 cargas de explosivos, totalizando quase mil libras. Na madrugada de 16 de novembro de 1975 os arredores da praça da Sé foram tomados por milhares de espectadores para assistir aquele feito inédito na cidade. As 7h32 da manhã os sinos da catedral da Sé badalaram intensamente marcando o momento da implosão. Em 9 segundos, o edifício de 32 andares havia sido reduzido a uma massa de escombros, numa implosão perfeita (os únicos prejuízos foram duas janelas estilhaçadas de um prédio e de uma casa nos arredores da implosão), a um custo de US$ 270 mil. Foi a primeira implosão realizada na América Latina. Os trabalhos de limpeza duraram 20 dias e as obras, enfim, puderam ser retomadas com a velocidade necessária.[11][12] Inauguração Vista de uma das entradas da estação, com destaque para a Catedral da Sé. As obras da estação da Sé foram concluídas no início de 1978, sendo que a estação da Linha Norte-Sul foi aberta, juntamente com a praça unificada e reurbanizada da Sé em 17 de fevereiro de 1978. A estação da Linha Leste-Oeste foi aberta durante a inauguração desta linha em 10 de março de 1979. Em pouco tempo a estação se consolidou como a mais movimentada da rede do metrô, com cerca de 600 mil pessoas passando diariamente pela mesma (o equivalente a população de Osasco).[13] Características Estação com dois níveis de posição: o embarque da Linha 1–Azul e o da Linha 3–Vermelha são subterrâneos. Composta por mezanino de distribuição e dois níveis sobrepostos com duas plataformas laterais e uma central (um conjunto por linha) com estrutura em concreto aparente e aberturas para iluminação natural. O principal acesso integra-se com a praça no nível do passeio. Tem capacidade para 100.000 passageiros no horário de pico, e possui 39.925 metros quadrados de área construída.[5] Demanda média da estação A média de entrada de passageiros nessa estação, é de 97 mil passageiros por dia, segundo dados do Metrô. 47 mil passageiros embarcam na Linha 1–Azul e 51 mil passageiros embarcam na Linha 3–Vermelha, totalizando assim 97 mil entradas. Nota: Não leva em consideração o número de pessoas que integram entre as linhas 1–Azul e 3–Vermelha ,PRÓXIMO AO HOSPITAL SANTA MARGGIORI Uma empresa pioneira na preocupação com a saúde e o bem-estar dos mais vívidos, com um olhar especial para a prevenção. Essa é a Prevent Senior, a operadora que surgiu de um sonho e uma ação audaciosa e que hoje, Dia do Hospital , comemora o fato de já possuir 16 hospitais próprios, nomeados de Sancta Maggiore, além de outras unidades médicas em seis cidades, destinados para melhor acolher cada beneficiário e facilitar o seu acesso à medicina de ponta. Para chegar até aqui, no entanto, foi necessário muito trabalho por parte dos idealizadores do projeto, com a contribuição dos seus colaboradores e cada paciente atendido pelo plano, o que chamamos hoje de "Família Prevent Senior" . É uma linha do tempo que tem início em 1997 com a união dos irmãos Eduardo e Fernando Parrillo, respectivamente médico e administrador de empresas, para a compra de uma ambulância que era usada, nos anos 90, na remoção de pacientes graves até hospitais. O veículo era conduzido por Fernando e o atendimento médico realizado por Eduardo. “Foi um momento de muito sacrifício, em que toda a nossa família trabalhava na empresa para colocar o serviço de pé”, recorda Fernando. “Mas foi o passo definitivo para o nascimento da Prevent Senior.” Depois, a empresa, que teve sua frota expandida para três ambulâncias, foi vendida pelos irmãos para a compra de uma clínica em Santo Amaro. Logo na sequência, a dupla comprou o primeiro hospital da Prevent Senior – operadora pioneira no cuidado do Adulto+ no Brasil. Desde o início, a empresa tinha o acolhimento como diferencial. “Nosso DNA sempre foi cuidar com carinho dos pacientes, que na época já eram prioritariamente idosos sem acesso a planos de saúde”, explica Eduardo. Estrutura atual Hoje, a Prevent Senior permanece sendo uma empresa familiar, com Fernando na posição de CEO e o irmão Eduardo atuando como Diretor Clínico. A operadora conta com um total de 16 hospitais próprios e outras unidades, como prontos-atendimento, Núcleos de Medicina Avançada e Diagnóstica (incluindo por imagem) e Núcleos especializados em Oftalmologia, Oncologia, Ortopedia/Traumatologia e Reabilitação, além das redes credenciadas. Destaque também para o conceito de unidades temáticas, implementado pela empresa para tornar a experiência do paciente mais agradável e acolhedora. Para isso, algumas instalações, incluindo hospitais, foram ambientadas com referências turísticas. Essa realidade já pode ser encontrada no Hospital Sancta Maggiore Dubai, que remete ao clima árabe, no HSM Paris, que possui elementos que nos levam à charmosa “cidade das luzes” e também em outros locais, como o HSM Rússia e Japão, e o Núcleo de Medicina Avançada e Diagnóstica Prevent Senior Londres. ,PRÓXIMO A UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI é uma instituição privada de ensino superior localizada no estado de São Paulo, no Brasil. É uma das mais conceituadas universidades do Brasil em diversas áreas do conhecimento.[5] É uma das três melhores universidades privadas de São Paulo.[6] Está situada no Estado de São Paulo e possui 4 campi na capital e dois no interiorː em Piracicaba e São José dos Campos. Fundada em 1970, a Anhembi Morumbi mantém escolas de graduação e pós-graduação nas áreas de engenharia, educação, comunicação, negócios, saúde, direito, arquitetura, hospitalidade, artes e tecnologia da informação, entre outros. No estado de São Paulo, foi a primeira instituição de ensino a lançar um curso superior de turismologia, assim como os cursos inéditos e mais recentes de aviação civil, cosmetologia, design digital, gastronomia e quiropraxia.[7] Em 2005, tornou-se a primeira universidade internacional do Brasil ao ingressar na rede de universidades Laureate, oferecendo, a seus estudantes, intercâmbio com mais de 75 universidades distribuídas em 30 países do mundo.[8] A Escola de Medicina Anhembi Morumbi possui nota máxima do ministério da educação (Conceito 5).[9] O Centro Integrado de Saúde (CIS) da Universidade Anhembi Morumbi conta com uma estrutura de 2,8 mil metros quadrados de área construída, a qual engloba 47 consultórios.[10] O CIS costuma receber a visita dos principais nomes e instituições da área da medicina do Brasil e do Mundo.[11] O vestibular é um dos mais concorridos do Brasil e é organizado pela Fundação Vunesp. A Escola de Engenharia e Tecnologia da universidade atua principalmente em pesquisa e desenvolvimento de projetos de eficiência energética.[12] Na área de negócios, desde 2011 a Business School São Paulo faz parte da Universidade Anhembi Morumbi como parte da Escola de Negócios. A BSP é líder em educação em negócios no Brasil há 15 anos[13][14] e em 2013 foi eleita pela terceira vez consecutiva a melhor escola de negócios do Brasil e a 3º da América Latina pela QS TOP.[15][16][17] Na área de finanças foi a única instituição brasileira entre as 100 melhores do mundos, segundo o The Best Masters.[18] A Anhembi Morumbi foi considerada em 2011 pelo Guia do Estudante a melhor universidade do país para cultura e arte, juntamente à Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ,[19] por meio do Teatro Anhembi Morumbi e do São Paulo Fashion Week (SPFW).[20] História Entrada da universidade Anhembi Morumbi Anhembi Morumbi Vila Olímpia Biblioteca da Anhembi Morumbi Teatro Anhembi Morumbi Business School São Paulo (BSP) Em 1970, um grupo de publicitários instala, em São Paulo, a Faculdade de Comunicação Social Anhembi. Um ano mais tarde, outro grupo, formado por engenheiros e arquitetos, funda a Faculdade de Turismo do Morumbi, com o primeiro curso superior de turismo no Brasil a formar graduados na área. Em 1982, as duas instituições se unem e surge a Faculdade Anhembi Morumbi, oferecendo os cursos de comunicação social, turismo, secretariado executivo bilíngue e administração.[carece de fontes] No início da década de 1990, são lançados cursos superiores inéditos no Brasil: negócios da moda; pedagogia, com habilitações em tecnologia educacional e desenvolvimento na empresa; farmácia, com ênfase em cosmetologia; design digital, entre outros.[carece de fontes] Em 1997, a Anhembi Morumbi se credencia como Universidade. No ano seguinte, funda seu segundo campus, no prédio que abrigava a fábrica da São Paulo Alpargatas, no bairro do Brás, um marco da industrialização do Estado. Em 1999, implanta os Cursos Sequenciais, que oferecem diploma de Formação Específica em dois anos.[carece de fontes] Em 2001, é implementada a Graduação Modulada, a qual então permitia que o aluno obtivesse até dois diplomas de nível superior. Neste ano, também é criado o curso superior de aviação civil, primeiro na área e único em São Paulo. No ano seguinte, inauguram-se o Centro de Design e Moda Anhembi Morumbi (Campus Morumbi) e o Campus Vale do Anhangabaú, que passa a sediar o novo curso de Direito, entre outros da área de Negócios. Em 2005, depois de ampliar sua gama de cursos, a Universidade Anhembi Morumbi tornou-se membro da Rede Internacional de Universidades Laureate – a maior rede internacional de ensino superior do mundo.[21] Em 2010, a Universidade Anhembi Morumbi atende a cerca de 25 mil alunos, distribuídos pelos cursos de Graduação, Graduação Tecnológica, Graduação Executiva, Graduação On-line e Pós-Graduação Lato e Stricto Sensu.
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