Mapa
Estrada para Neves, 0 - EstaleiroExcelente Lote em Condomínio no Nacional, ótima localização, lote de esquina, próximo da portaria Terreno plano, facilita a construção e reduz custos Condomínio fechado, maior segurança Lote já murado Lazer completo nas dependências do condomínio com, salão de festas, área gourmet, portaria 24 hrs.
Condomínio Sara Ville · Contagem, MGExcelente Lote em Condomínio no Nacional, ótima localização, lote de esquina, próximo da portaria Terreno plano, facilita a construção e reduz custos Condomínio fechado, maior segurança Lote já murado Lazer completo nas dependências do condomínio com, salão de festas, área gourmet, portaria 24 hrs.
Descubra o melhor dos bairros para a escolha do seu imóvel e aproveite nossas dicas.
, - Luar da Pampulha (Justinópolis)Oportunidade: Lote no Bairro Luar da Pampulha – Justinópolis Ótima topografia, localização estratégica e pronto para construir! 📝 Descrição do terreno Ideal para quem busca investir ou construir a casa dos sonhos em uma região em constante crescimento e valorização. Área Total: Aproximadamente 360,00 m² Localização: Bairro Luar da Pampulha, Distrito de Justinópolis, Ribeirão das Neves/MG.🌟
Ribeirão das Neves, MGOportunidade: Lote no Bairro Luar da Pampulha – Justinópolis Ótima topografia, localização estratégica e pronto para construir! 📝 Descrição do terreno Ideal para quem busca investir ou construir a casa dos sonhos em uma região em constante crescimento e valorização. Área Total: Aproximadamente 360,00 m² Localização: Bairro Luar da Pampulha, Distrito de Justinópolis, Ribeirão das Neves/MG.🌟
Rua Alvinópolis, 900 - Xangri-LáExcelente lote composto por 360 m², 12 X 30 plano. Aceita uma casa no local e R$ 100.000,00 em dinheiro.
Contagem, MGExcelente lote composto por 360 m², 12 X 30 plano. Aceita uma casa no local e R$ 100.000,00 em dinheiro.
Rua Carandaí, 0 - Xangri-LáLote 360 metros sendo 12 X 30 metros semi plano, em localização privilegiada no bairro. Conhecendo um pouco sobre a historia do bairro Xangri-lá. Um pedaço da roça que se desprendeu do interior, assim os moradores definem um dos melhores bairros de Contagem que fica na região do Nacional e, apesar de possuir mais de 60 anos de existência, apresenta uma evolução tardia acompanhada por uma das melhores qualidades de vida no município. O ar puro e as ruas amplamente arborizadas fazem com que a população tenha a sensação de estar em outra cidade, sem indústrias e com um comércio muito restrito, os moradores afirmam que a evolução que chegou ao local não levou embora o sossego e a calma que existe há quase cinco décadas no bairro. Porém, há 30 anos o conjunto residencial tomou cara de bairro. O nome faz referência a um livro do escritor inglês James Hilton, que cita em uma em sua obra um lugar paradisíaco, onde predomina o ambiente de felicidade e saúde. Com a convivência harmoniosa entre pessoas das mais diversas procedências, esse lugar é chamado de Shangri-la. Já no Brasil, o nome foi citado em diversos momentos por muitos artistas, a mais conhecida é Rita Lee, que na canção "Baila Comigo" faz uma menção ao local. Situado entre os municípios de Contagem e Belo Horizonte, o bairro fica bem localizado, e a proximidade com a Pampulha faz com que a valorização seja ainda maior. Moradora do local há mais de 20 anos, Claudia Profeta relata como foi o processo de evolução. "Mudei-me para cá em 1990, havia quatro casinhas na minha rua, nos sentimos no interior, com o tempo foi chegando o asfalto e muitas casas, o que transformou o Xangri-lá em um bairro muito movimentado", relatou a moradora. Divisão e diferenças O bairro é dividido em três seções, e, em cada uma, as peculiaridades chamam atenção. Na primeira seção, é maior a urbanização. Com muitas casas e um amplo comércio, a primeira seção é um local de maior urbanização. Já na segunda seção, a cidade vai ficando para trás, o calçamento e as árvores de grande porte começam a aparecer mostrando um pouco da identidade do bairro. Já na terceira seção, o panorama se inverte completamente, o comércio quase não existe, o tráfego de carros é muito pequeno e as casas comuns da primeira seção dão lugar a animais, arvores e ar puro. Agnaldo José, morador da terceira seção, revela que a qualidade de vida do local não se encontra em nenhum outro bairro, e, mesmo com o pequeno comércio, não troca o Xangri-lá por nenhum outro bairro. "Moro aqui há treze anos e estou contente, aqui, encontro rotineiramente tucanos e pássaros em geral sobrevoando minha casa, o que facilita a criação dos meus netos", revela o morador. Comércio pequeno é visto com bons olhos Curiosamente quando entrevistados alguns moradores avaliaram positivamente o pequeno comércio que é encontrado em duas seções do bairro. Segundo eles, o comércio pequeno evita problemas comuns em bairros movimentados, como a violência e trânsito intenso. Um desses moradores é Aguinaldo José. O aposentado revela que onde mora, na terceira seção, existe apenas alguns bares e quando precisam comprar alguma mercadoria se dirigem até a primeira seção. Segundo ele o que seria um problema acaba se tornando um benefício. Vamos falar agora, um pouco sobre a maravilhosa cidade de Contagem; ''O arraial de São Gonçalo do Ribeirão das Abóboras '' A história de Contagem apresenta versões diversificadas sobre sua origem. Uma dessas versões, fala da existência de uma família com o sobrenome "Abóboras" que teria construído a igreja em torno da qual o município viria a surgir. Essa versão, e outras similares, não contam documentação suficiente para ser comprovadas. Assim, a versão mais aceita refere-se aos chamados registros, criados pela Coroa Portuguesa. Em 1701, a Coroa portuguesa mandou instalar um posto fiscal às margens do Ribeirão das Abóboras, nas terras da sesmaria do capitão João de Souza Souto Maior, com o objetivo de fazer a contagem do gado que vinha da região do Rio São Francisco em direção à região das minas (Ouro Preto e Mariana).Como acontecia em todos os pontos que ofereciam boas oportunidades de lucro, a partir de 1716, no entorno do posto de registro, uma grande diversidade de pessoas foi dando vida à população: senhores de escravos; proprietários de datas minerais à procura de braços e do gado para alimentação; patrulheiros; funcionários do Registro; delatores do transvio; religiosos, taberneiros, desocupados e vadios. E nas redondezas, ainda se assentavam pessoas que encontravam faixas de terras devolutas. Ali se comercializava vários tipos de gêneros, como gado, cavalos e potros; barras de ouro; ouro em pó para ser trocado por dinheiro ou com os guias, para casa de fundição de Sabará.Entretanto, esse comércio era precário. Consta que o volume de ouro em pó estocado no Registro das Abóboras era pequeno em relação aos volumes estocados em outros postos fiscais da Capitania, na Comarca de Sabará. Assim, o povoado que surgiu em torno do entreposto não se expandiu como núcleo urbano, atrofiando-se com o fechamento do posto, ocorrido por volta do ano de 1759. O local do posto, que ficou conhecido como Casa do Registro, é atualmente a Casa da Cultura. Mas, nas proximidades daquele posto, em terras de domínio público, desenvolveu-se outro povoado em torno de uma capelinha erguida em devoção ao Santo protetor dos viajantes, São Gonçalo do Amarante, ou Sam Gonçalo, em 1725.A construção de capelas e igrejas dedicadas a São Gonçalo era comum na época. Esse santo goza de grande prestígio entre a população portuguesa e a devoção a ele acompanhou o processo de colonização. De fato, na Capitania das Minas Gerais existia um grande número de povoações com o nome de São Gonçalo. São exemplos: São Gonçalo do Rio das Pedras, São Gonçalo da Ponte, São Gonçalo do Amarante, São Gonçalo do Brejo das Almas, São Gonçalo do Rio Abaixo, São Gonçalo do rio Peixe, São Gonçalo do Rio Preto, entre outras. Por serem tão numerosas, tornava-se necessário explicar qual seria qual, por um atributo do lugar. Por isso, Sam Gonçalo do Ribeirão das Abóboras, pelo fato de o povoado estar próximo a esse ribeirão e, como nas imediações havia ainda o registro fiscal, falava-se também Sam Gonçalo da Contagem. Finalmente, para não ser confundido com outros registros ou contagens da Capitania, vingou o nome Arraial de São Gonçalo da Contagem das Abóboras, ou apenas Contagem das Abóboras. Este período caracteriza-se pelo arruamento tortuoso, grandes lotes com casas no alinhamento e profundos quintais arborizados com mangueiras e jabuticabeiras, por vezes fazendo divisa, ao fundo, com cursos de água; legando-nos um pequeno número de edificações que resistiram ao tempo e à especulação imobiliária, formando o que hoje se chama de sítio histórico. Esse arraial formou o núcleo original da formação de Contagem e corresponde à região da Sede Municipal. Daquela São Gonçallo, permaneceram parte da primitiva arborização, algumas edificações e objetos de arte sacra. CONTAGEM HOJE Contagem faz parte da Região Metropolitana de Belo Horizonte. É um dos mais importantes municípios do Estado de Minas Gerais. É a terceira maior população de Minas Gerais com 603.442 mil habitantes (IBGE/2010). Pertence ao Vetor Oeste: Contagem, Betim e região do Barreiro. 3ª maior economia de Minas Gerais. 25ª maior economia do Brasil. Possui seis grandes distritos industriais: Cinco; Cincão; Cinquinho; Cidade Industrial Juventino Dias; Jardim Industrial e Polo Moveleiro da Ressaca. É o segundo mercado de trabalho de Minas Gerais: mais de 200 mil pessoas empregadas. PIB: 18.539.693 bilhões. LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA Tem a Rede Ferroviária Centro Atlântica, que permite o transporte ferroviário para o centro-oeste, nordeste e sudeste brasileiro..
Contagem, MGLote 360 metros sendo 12 X 30 metros semi plano, em localização privilegiada no bairro. Conhecendo um pouco sobre a historia do bairro Xangri-lá. Um pedaço da roça que se desprendeu do interior, assim os moradores definem um dos melhores bairros de Contagem que fica na região do Nacional e, apesar de possuir mais de 60 anos de existência, apresenta uma evolução tardia acompanhada por uma das melhores qualidades de vida no município. O ar puro e as ruas amplamente arborizadas fazem com que a população tenha a sensação de estar em outra cidade, sem indústrias e com um comércio muito restrito, os moradores afirmam que a evolução que chegou ao local não levou embora o sossego e a calma que existe há quase cinco décadas no bairro. Porém, há 30 anos o conjunto residencial tomou cara de bairro. O nome faz referência a um livro do escritor inglês James Hilton, que cita em uma em sua obra um lugar paradisíaco, onde predomina o ambiente de felicidade e saúde. Com a convivência harmoniosa entre pessoas das mais diversas procedências, esse lugar é chamado de Shangri-la. Já no Brasil, o nome foi citado em diversos momentos por muitos artistas, a mais conhecida é Rita Lee, que na canção "Baila Comigo" faz uma menção ao local. Situado entre os municípios de Contagem e Belo Horizonte, o bairro fica bem localizado, e a proximidade com a Pampulha faz com que a valorização seja ainda maior. Moradora do local há mais de 20 anos, Claudia Profeta relata como foi o processo de evolução. "Mudei-me para cá em 1990, havia quatro casinhas na minha rua, nos sentimos no interior, com o tempo foi chegando o asfalto e muitas casas, o que transformou o Xangri-lá em um bairro muito movimentado", relatou a moradora. Divisão e diferenças O bairro é dividido em três seções, e, em cada uma, as peculiaridades chamam atenção. Na primeira seção, é maior a urbanização. Com muitas casas e um amplo comércio, a primeira seção é um local de maior urbanização. Já na segunda seção, a cidade vai ficando para trás, o calçamento e as árvores de grande porte começam a aparecer mostrando um pouco da identidade do bairro. Já na terceira seção, o panorama se inverte completamente, o comércio quase não existe, o tráfego de carros é muito pequeno e as casas comuns da primeira seção dão lugar a animais, arvores e ar puro. Agnaldo José, morador da terceira seção, revela que a qualidade de vida do local não se encontra em nenhum outro bairro, e, mesmo com o pequeno comércio, não troca o Xangri-lá por nenhum outro bairro. "Moro aqui há treze anos e estou contente, aqui, encontro rotineiramente tucanos e pássaros em geral sobrevoando minha casa, o que facilita a criação dos meus netos", revela o morador. Comércio pequeno é visto com bons olhos Curiosamente quando entrevistados alguns moradores avaliaram positivamente o pequeno comércio que é encontrado em duas seções do bairro. Segundo eles, o comércio pequeno evita problemas comuns em bairros movimentados, como a violência e trânsito intenso. Um desses moradores é Aguinaldo José. O aposentado revela que onde mora, na terceira seção, existe apenas alguns bares e quando precisam comprar alguma mercadoria se dirigem até a primeira seção. Segundo ele o que seria um problema acaba se tornando um benefício. Vamos falar agora, um pouco sobre a maravilhosa cidade de Contagem; ''O arraial de São Gonçalo do Ribeirão das Abóboras '' A história de Contagem apresenta versões diversificadas sobre sua origem. Uma dessas versões, fala da existência de uma família com o sobrenome "Abóboras" que teria construído a igreja em torno da qual o município viria a surgir. Essa versão, e outras similares, não contam documentação suficiente para ser comprovadas. Assim, a versão mais aceita refere-se aos chamados registros, criados pela Coroa Portuguesa. Em 1701, a Coroa portuguesa mandou instalar um posto fiscal às margens do Ribeirão das Abóboras, nas terras da sesmaria do capitão João de Souza Souto Maior, com o objetivo de fazer a contagem do gado que vinha da região do Rio São Francisco em direção à região das minas (Ouro Preto e Mariana).Como acontecia em todos os pontos que ofereciam boas oportunidades de lucro, a partir de 1716, no entorno do posto de registro, uma grande diversidade de pessoas foi dando vida à população: senhores de escravos; proprietários de datas minerais à procura de braços e do gado para alimentação; patrulheiros; funcionários do Registro; delatores do transvio; religiosos, taberneiros, desocupados e vadios. E nas redondezas, ainda se assentavam pessoas que encontravam faixas de terras devolutas. Ali se comercializava vários tipos de gêneros, como gado, cavalos e potros; barras de ouro; ouro em pó para ser trocado por dinheiro ou com os guias, para casa de fundição de Sabará.Entretanto, esse comércio era precário. Consta que o volume de ouro em pó estocado no Registro das Abóboras era pequeno em relação aos volumes estocados em outros postos fiscais da Capitania, na Comarca de Sabará. Assim, o povoado que surgiu em torno do entreposto não se expandiu como núcleo urbano, atrofiando-se com o fechamento do posto, ocorrido por volta do ano de 1759. O local do posto, que ficou conhecido como Casa do Registro, é atualmente a Casa da Cultura. Mas, nas proximidades daquele posto, em terras de domínio público, desenvolveu-se outro povoado em torno de uma capelinha erguida em devoção ao Santo protetor dos viajantes, São Gonçalo do Amarante, ou Sam Gonçalo, em 1725.A construção de capelas e igrejas dedicadas a São Gonçalo era comum na época. Esse santo goza de grande prestígio entre a população portuguesa e a devoção a ele acompanhou o processo de colonização. De fato, na Capitania das Minas Gerais existia um grande número de povoações com o nome de São Gonçalo. São exemplos: São Gonçalo do Rio das Pedras, São Gonçalo da Ponte, São Gonçalo do Amarante, São Gonçalo do Brejo das Almas, São Gonçalo do Rio Abaixo, São Gonçalo do rio Peixe, São Gonçalo do Rio Preto, entre outras. Por serem tão numerosas, tornava-se necessário explicar qual seria qual, por um atributo do lugar. Por isso, Sam Gonçalo do Ribeirão das Abóboras, pelo fato de o povoado estar próximo a esse ribeirão e, como nas imediações havia ainda o registro fiscal, falava-se também Sam Gonçalo da Contagem. Finalmente, para não ser confundido com outros registros ou contagens da Capitania, vingou o nome Arraial de São Gonçalo da Contagem das Abóboras, ou apenas Contagem das Abóboras. Este período caracteriza-se pelo arruamento tortuoso, grandes lotes com casas no alinhamento e profundos quintais arborizados com mangueiras e jabuticabeiras, por vezes fazendo divisa, ao fundo, com cursos de água; legando-nos um pequeno número de edificações que resistiram ao tempo e à especulação imobiliária, formando o que hoje se chama de sítio histórico. Esse arraial formou o núcleo original da formação de Contagem e corresponde à região da Sede Municipal. Daquela São Gonçallo, permaneceram parte da primitiva arborização, algumas edificações e objetos de arte sacra. CONTAGEM HOJE Contagem faz parte da Região Metropolitana de Belo Horizonte. É um dos mais importantes municípios do Estado de Minas Gerais. É a terceira maior população de Minas Gerais com 603.442 mil habitantes (IBGE/2010). Pertence ao Vetor Oeste: Contagem, Betim e região do Barreiro. 3ª maior economia de Minas Gerais. 25ª maior economia do Brasil. Possui seis grandes distritos industriais: Cinco; Cincão; Cinquinho; Cidade Industrial Juventino Dias; Jardim Industrial e Polo Moveleiro da Ressaca. É o segundo mercado de trabalho de Minas Gerais: mais de 200 mil pessoas empregadas. PIB: 18.539.693 bilhões. LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA Tem a Rede Ferroviária Centro Atlântica, que permite o transporte ferroviário para o centro-oeste, nordeste e sudeste brasileiro..
Rua Radialista Moreira Sobrinho, 144 - Céu Azul🏡 Terreno no bairro Céu Azul, Belo Horizonte! 🏡 🏡 *Construa Seus Sonhos Se você é um apaixonado por casa própria ou um investidor visionário em busca de oportunidades, este terreno de 525m² no Bairro Céu Azul, Belo Horizonte, é o lugar perfeito para realizar seus planos. *Localização Estratégica: 🗺️ Este terreno está localizado a uma curta distância de 450 metros do supermercado BH, 1 km do Epa, e a apenas 1,5 km do movimentado centro comercial do bairro. Tudo o que você precisa fica a poucos passos de casa! 🛒 *Infraestrutura: 🔐 Já cercado e com portões de garagem e social, este terreno oferece segurança e privacidade. Além disso, está rodeado por escolas, drogarias, padarias, supermercados e academias, proporcionando conforto e comodidade incomparáveis. 💪 *Potencial Ilimitado: 🏗️ Para investidores, este terreno é uma oportunidade incrível para construção, aproveitando o mercado imobiliário aquecido da região. Para consumidores finais, imagine construir a casa dos seus sonhos, onde cada detalhe reflete seu estilo e suas necessidades. É a chance de criar o lar perfeito! 🏠 *A Vida que Você Merece: ❤️ Este é o momento de realizar seus sonhos, seja para construir um lar acolhedor para a sua família ou para investir no seu futuro. Este terreno é a chave para o estilo de vida que você merece. Não perca esta oportunidade única! Entre em contato conosco agora para mais informações ou agendar uma visita. O futuro começa aqui. Ligue hoje e transforme seus sonhos em realidade!* 📞💭
Belo Horizonte, MG🏡 Terreno no bairro Céu Azul, Belo Horizonte! 🏡 🏡 *Construa Seus Sonhos Se você é um apaixonado por casa própria ou um investidor visionário em busca de oportunidades, este terreno de 525m² no Bairro Céu Azul, Belo Horizonte, é o lugar perfeito para realizar seus planos. *Localização Estratégica: 🗺️ Este terreno está localizado a uma curta distância de 450 metros do supermercado BH, 1 km do Epa, e a apenas 1,5 km do movimentado centro comercial do bairro. Tudo o que você precisa fica a poucos passos de casa! 🛒 *Infraestrutura: 🔐 Já cercado e com portões de garagem e social, este terreno oferece segurança e privacidade. Além disso, está rodeado por escolas, drogarias, padarias, supermercados e academias, proporcionando conforto e comodidade incomparáveis. 💪 *Potencial Ilimitado: 🏗️ Para investidores, este terreno é uma oportunidade incrível para construção, aproveitando o mercado imobiliário aquecido da região. Para consumidores finais, imagine construir a casa dos seus sonhos, onde cada detalhe reflete seu estilo e suas necessidades. É a chance de criar o lar perfeito! 🏠 *A Vida que Você Merece: ❤️ Este é o momento de realizar seus sonhos, seja para construir um lar acolhedor para a sua família ou para investir no seu futuro. Este terreno é a chave para o estilo de vida que você merece. Não perca esta oportunidade única! Entre em contato conosco agora para mais informações ou agendar uma visita. O futuro começa aqui. Ligue hoje e transforme seus sonhos em realidade!* 📞💭
Rua Luiz Advincula Reis, 0 - Céu AzulExcelente lote de 525 m² sendo 15 metros de frente e 35 de lateral , topografia quase plano. Está em ótima localização no bairro próximo a toca da raposa, documentação e impostos em dia , aceita veiculo com parte de pagamento. UM POUCO DA HISTÓRIA BAIRRO TREVO Trevo é um bairro da região administrativa da Pampulha, na cidade brasileira de Belo Horizonte, em Minas Gerais. A poucos metros da Lagoa da Pampulha, cercado por muito verde, e bem distante dos espigões que caracterizam a região central. É o que, de início, pode ser dito sobre o bairro Trevo, localizado na região da Pampulha. O bairro se originou da subdivisão de um terreno no local denominado Paracatu, na década de 1970. Desde os primeiros loteamentos, a região foi destinada às grandes propriedades, como sítios, chácaras e casas construídas em lotes com áreas entre 1 mil e 2 mil metros quadrados. É nele que se encontra o Centro de Treinamentos do time profissional do Cruzeiro Esporte Clube, conhecido como Toca da Raposa II. Nele também se encontra o Parque Municipal do Bairro Trevo. Este foi criado pela Lei Municipal n°. 10.441, de 28/03/2012. Com uma área de 23.940 m², foi parcialmente implantado por meio de Orçamento Participativo. Atualmente, possui um campo de futebol e uma quadra. O Parque está localizado na macrobacia do Onça e na bacia do Córrego Olhos D’água (Av. Francisco Negrão de Lima). O parque contribui com a preservação de nascentes de córregos que deságuam na Pampulha. Essa área verde também é importantíssima porque conserva um trecho de Cerrado original, bioma cada dia menos presente na geografia e história de Belo Horizonte. ORIGEM DA PAMPULHA Em 1936, na administração do prefeito Otacílio Negrão de Lima, iniciou-se o represamento do ribeirão Pampulha, objetivando a construção de uma lagoa, cuja finalidade seria amortecer enchentes e contribuir para o abastecimento da capital. Ela foi inaugurada em 1943 como o nome de Lagoa da Pampulha, no momento mais efervescente da consolidação do modernismo desenvolvido pelo então prefeito de Belo Horizonte, Juscelino Kubitschek. O prefeito pretendia transformar a cidade numa metrópole moderna, capaz de realizar intercâmbio cultural com os principais centros urbanos do país. Seu programa focalizava a expansão urbana, a abertura de largas avenidas e a criação de novos bairros, como a Pampulha. Neste sentido, a Pampulha foi criada para ser local de lazer e turismo, com uma igreja dedicada a São Francisco de Assis, um cassino, um clube e uma casa de baile. Para implementar esse audacioso projeto, Juscelino Kubitschek convidou os mais ilustres arquitetos, paisagistas e artistas plásticos brasileiros - Niemeyer, Burle Marx, Portinari, Ceschiatti, José Pedrosa, August Zamoisky e Paulo Osir Rossi, que a planejaram de acordo com os padrões modernistas internacionais. A Lagoa, parte mais importante do projeto, tornou-se o mais antigo e tradicional lago dentre os integrantes das bacias do Rio das Velhas e São Francisco. Quando inaugurada, em 1943, possuía capacidade de acumulação de 18 milhões de metros cúbicos. Com o rompimento ocorrido em 1954, a lagoa sofreu grande redução na sua capacidade de acumulação, caindo para 13 milhões de metros cúbicos. DESENVOLVIMENTO/INFRA – ESTRUTURA: A Lagoa perdeu, nas últimas três décadas, mais da metade de sua capacidade de retenção, hoje estimada em 7 milhões de metros cúbicos. Projetada em área rural e estruturada para ser um reservatório de abastecimento, a represa agregou ainda a função hidrológica de amortecera das ondas de cheias, reduzindo a vazão de pico dos cerca de 40 cursos dágua que compõem a sua bacia hidrográfica, evitando inundações à jusante. Entretanto, o quadro atual de assoreamento reduziu a sua eficácia. Como possíveis causas de instalação deste quadro, citamos o processo de ocupação da sua bacia hidrográfica, desde o início dos anos 50, somada à poluição advinda do Centro Industrial de Contagem (CINCO), da Ceasa, do Aterro sanitário, das áreas de bota-fora e dos loteamentos residenciais, que geraram uma grande movimentação de terra carreada para a represa, além da poluição por esgoto. Nas últimas décadas, o fenômeno de assoreamento da Lagoa e da deteriorização de suas águas acelerou-se chegando, em 1998, ao lamentável quadro de perda de 50% do seu volume de reservação e de 40% da área do espelho dágua, apresentando elevados teores de matéria orgânica e baixas concentrações de oxigênio dissolvido. Ao longo dos anos, a ocupação desordenada e os escassos investimentos em saneamento básico trouxeram sérias consequências sócio-ambientais para a bacia da Pampulha. Hoje, estes problemas encontram-se refletidos não só no estado de degradação do espelho dágua da lagoa como nas condições de vida da população residente ao redor de sua orla, população essa estratificada em diversos níveis sócio-econômicos, variando do padrão muito baixo até o muito alto. Entretanto, a grande maioria da população, cerca de 70%, encontra-se nas faixas de renda baixa e muito baixa. A situação social da população da bacia agravou-se pela precariedade do saneamento básico. Cerca de 30% da área não possui rede de coleta de esgotos e aproximadamente 20% não é atendida com coleta regular de lixo. Os índices de qualidade de vida urbana - IQVU na Pampulha em 1998, encontravam-se, em 90% da área, abaixo do padrão médio do município. Devido a essa ocupação desordenada, a Lagoa da Pampulha passou a receber anualmente cerca de 380.000 metros cúbicos de sedimentos. A persistir esta situação, o seu assoreamento completo se dará até o ano 2.020. Como consequência do assoreamento, a Lagoa da Pampulha perderá uma de suas finalidades, ou seja, o amortecimento de cheias. O reflexo deste problema colocará em risco a vida de milhares de habitantes de vilas e bairros que se localizam em áreas susceptíveis a inundação, bem como o aeroporto localizado à jusante do vertedouro da represa. Também o grande volume de esgotos (matéria orgânica, coliformes, metais pesados, etc.) e de resíduos sólidos (plásticos, latas, vidros, etc.) que chegam diariamente à lagoa, contribuem para o seu assoreamento e para a eutrofização de suas águas. Dada a complexidade da atual situação ambiental, acima apresentada, a Prefeitura de Belo Horizonte vem realizando nos últimos anos importantes ações mitigadoras no sentido de recuperar essa bacia: dragagem parcial; retirada de aguapés; educação ambiental; controle de vetores; monitoramento da qualidade das águas; construção da estação de tratamento das àguas dos córregos Sarandi e Ressaca; pavimentação de ciclovia; restauração e reforma da Casa do Baile; restauração da igreja de São Francisco de Assis e compra da Casa de Juscelino Kubistcheck. A partir de 1998, como resultado da retirada de material sedimentar de seu leito, foram formadas 3 ilhas, posteriormente interligadas, que se transformaram em uma grande área com cerca de 27 hectares, cuja remoção era inviável sob todos os aspectos técnicos possíveis. Em 21 de outubro de 1997, o Conselho Municipal do Meio Ambiente – COMAM, ao aprovar o Programa de Recuperação da Lagoa da Pampulha – PROPAM, definiu que as ilhas seriam transformadas em um espaço de preservação ambiental. Com isso, em 2003, a PBH desenvolveu um projeto para implantação de um parque ecológico no local. Inaugurado no ano seguinte, ele tornou-se rapidamente uma atração pública, levando, em média, 20 mil visitantes ao local nos finais de semana. Atualmente a PBH desenvolve um programa de retirada de cerca de 300 mil metros cúbicos de sedimentos, objetivando desassorear a Lagoa. Para que o espelho d’água volte às suas características paisagísticas originais e de bacia de amortecimento de cheias, estima-se que mais 200 mil metros cúbicos deverão ser retirados. A orla da Lagoa é frequentada por um grande número de pescadores. Em 1990 foram entrevistados em torno de 400 pescadores num universo de cerca de 2.000 cadastrados . A maioria de baixa condição social (86,9%). A pesca constitui-se para esse segmento, em um importante item de suplementação alimentar, uma vez que 83,3% pescam com essa finalidade, e 9,1% pescam por lazer, enquanto 7,75 pescam por ambos os motivos. As espécies mais encontradas, segundo os entrevistados, foram: tilápias, trairão e pirambeba. A presença desses peixes na Lagoa da Pampulha deve-se provavelmente, a introdução realizada, tanto pelo poder público, como por particulares.
Belo Horizonte, MGExcelente lote de 525 m² sendo 15 metros de frente e 35 de lateral , topografia quase plano. Está em ótima localização no bairro próximo a toca da raposa, documentação e impostos em dia , aceita veiculo com parte de pagamento. UM POUCO DA HISTÓRIA BAIRRO TREVO Trevo é um bairro da região administrativa da Pampulha, na cidade brasileira de Belo Horizonte, em Minas Gerais. A poucos metros da Lagoa da Pampulha, cercado por muito verde, e bem distante dos espigões que caracterizam a região central. É o que, de início, pode ser dito sobre o bairro Trevo, localizado na região da Pampulha. O bairro se originou da subdivisão de um terreno no local denominado Paracatu, na década de 1970. Desde os primeiros loteamentos, a região foi destinada às grandes propriedades, como sítios, chácaras e casas construídas em lotes com áreas entre 1 mil e 2 mil metros quadrados. É nele que se encontra o Centro de Treinamentos do time profissional do Cruzeiro Esporte Clube, conhecido como Toca da Raposa II. Nele também se encontra o Parque Municipal do Bairro Trevo. Este foi criado pela Lei Municipal n°. 10.441, de 28/03/2012. Com uma área de 23.940 m², foi parcialmente implantado por meio de Orçamento Participativo. Atualmente, possui um campo de futebol e uma quadra. O Parque está localizado na macrobacia do Onça e na bacia do Córrego Olhos D’água (Av. Francisco Negrão de Lima). O parque contribui com a preservação de nascentes de córregos que deságuam na Pampulha. Essa área verde também é importantíssima porque conserva um trecho de Cerrado original, bioma cada dia menos presente na geografia e história de Belo Horizonte. ORIGEM DA PAMPULHA Em 1936, na administração do prefeito Otacílio Negrão de Lima, iniciou-se o represamento do ribeirão Pampulha, objetivando a construção de uma lagoa, cuja finalidade seria amortecer enchentes e contribuir para o abastecimento da capital. Ela foi inaugurada em 1943 como o nome de Lagoa da Pampulha, no momento mais efervescente da consolidação do modernismo desenvolvido pelo então prefeito de Belo Horizonte, Juscelino Kubitschek. O prefeito pretendia transformar a cidade numa metrópole moderna, capaz de realizar intercâmbio cultural com os principais centros urbanos do país. Seu programa focalizava a expansão urbana, a abertura de largas avenidas e a criação de novos bairros, como a Pampulha. Neste sentido, a Pampulha foi criada para ser local de lazer e turismo, com uma igreja dedicada a São Francisco de Assis, um cassino, um clube e uma casa de baile. Para implementar esse audacioso projeto, Juscelino Kubitschek convidou os mais ilustres arquitetos, paisagistas e artistas plásticos brasileiros - Niemeyer, Burle Marx, Portinari, Ceschiatti, José Pedrosa, August Zamoisky e Paulo Osir Rossi, que a planejaram de acordo com os padrões modernistas internacionais. A Lagoa, parte mais importante do projeto, tornou-se o mais antigo e tradicional lago dentre os integrantes das bacias do Rio das Velhas e São Francisco. Quando inaugurada, em 1943, possuía capacidade de acumulação de 18 milhões de metros cúbicos. Com o rompimento ocorrido em 1954, a lagoa sofreu grande redução na sua capacidade de acumulação, caindo para 13 milhões de metros cúbicos. DESENVOLVIMENTO/INFRA – ESTRUTURA: A Lagoa perdeu, nas últimas três décadas, mais da metade de sua capacidade de retenção, hoje estimada em 7 milhões de metros cúbicos. Projetada em área rural e estruturada para ser um reservatório de abastecimento, a represa agregou ainda a função hidrológica de amortecera das ondas de cheias, reduzindo a vazão de pico dos cerca de 40 cursos dágua que compõem a sua bacia hidrográfica, evitando inundações à jusante. Entretanto, o quadro atual de assoreamento reduziu a sua eficácia. Como possíveis causas de instalação deste quadro, citamos o processo de ocupação da sua bacia hidrográfica, desde o início dos anos 50, somada à poluição advinda do Centro Industrial de Contagem (CINCO), da Ceasa, do Aterro sanitário, das áreas de bota-fora e dos loteamentos residenciais, que geraram uma grande movimentação de terra carreada para a represa, além da poluição por esgoto. Nas últimas décadas, o fenômeno de assoreamento da Lagoa e da deteriorização de suas águas acelerou-se chegando, em 1998, ao lamentável quadro de perda de 50% do seu volume de reservação e de 40% da área do espelho dágua, apresentando elevados teores de matéria orgânica e baixas concentrações de oxigênio dissolvido. Ao longo dos anos, a ocupação desordenada e os escassos investimentos em saneamento básico trouxeram sérias consequências sócio-ambientais para a bacia da Pampulha. Hoje, estes problemas encontram-se refletidos não só no estado de degradação do espelho dágua da lagoa como nas condições de vida da população residente ao redor de sua orla, população essa estratificada em diversos níveis sócio-econômicos, variando do padrão muito baixo até o muito alto. Entretanto, a grande maioria da população, cerca de 70%, encontra-se nas faixas de renda baixa e muito baixa. A situação social da população da bacia agravou-se pela precariedade do saneamento básico. Cerca de 30% da área não possui rede de coleta de esgotos e aproximadamente 20% não é atendida com coleta regular de lixo. Os índices de qualidade de vida urbana - IQVU na Pampulha em 1998, encontravam-se, em 90% da área, abaixo do padrão médio do município. Devido a essa ocupação desordenada, a Lagoa da Pampulha passou a receber anualmente cerca de 380.000 metros cúbicos de sedimentos. A persistir esta situação, o seu assoreamento completo se dará até o ano 2.020. Como consequência do assoreamento, a Lagoa da Pampulha perderá uma de suas finalidades, ou seja, o amortecimento de cheias. O reflexo deste problema colocará em risco a vida de milhares de habitantes de vilas e bairros que se localizam em áreas susceptíveis a inundação, bem como o aeroporto localizado à jusante do vertedouro da represa. Também o grande volume de esgotos (matéria orgânica, coliformes, metais pesados, etc.) e de resíduos sólidos (plásticos, latas, vidros, etc.) que chegam diariamente à lagoa, contribuem para o seu assoreamento e para a eutrofização de suas águas. Dada a complexidade da atual situação ambiental, acima apresentada, a Prefeitura de Belo Horizonte vem realizando nos últimos anos importantes ações mitigadoras no sentido de recuperar essa bacia: dragagem parcial; retirada de aguapés; educação ambiental; controle de vetores; monitoramento da qualidade das águas; construção da estação de tratamento das àguas dos córregos Sarandi e Ressaca; pavimentação de ciclovia; restauração e reforma da Casa do Baile; restauração da igreja de São Francisco de Assis e compra da Casa de Juscelino Kubistcheck. A partir de 1998, como resultado da retirada de material sedimentar de seu leito, foram formadas 3 ilhas, posteriormente interligadas, que se transformaram em uma grande área com cerca de 27 hectares, cuja remoção era inviável sob todos os aspectos técnicos possíveis. Em 21 de outubro de 1997, o Conselho Municipal do Meio Ambiente – COMAM, ao aprovar o Programa de Recuperação da Lagoa da Pampulha – PROPAM, definiu que as ilhas seriam transformadas em um espaço de preservação ambiental. Com isso, em 2003, a PBH desenvolveu um projeto para implantação de um parque ecológico no local. Inaugurado no ano seguinte, ele tornou-se rapidamente uma atração pública, levando, em média, 20 mil visitantes ao local nos finais de semana. Atualmente a PBH desenvolve um programa de retirada de cerca de 300 mil metros cúbicos de sedimentos, objetivando desassorear a Lagoa. Para que o espelho d’água volte às suas características paisagísticas originais e de bacia de amortecimento de cheias, estima-se que mais 200 mil metros cúbicos deverão ser retirados. A orla da Lagoa é frequentada por um grande número de pescadores. Em 1990 foram entrevistados em torno de 400 pescadores num universo de cerca de 2.000 cadastrados . A maioria de baixa condição social (86,9%). A pesca constitui-se para esse segmento, em um importante item de suplementação alimentar, uma vez que 83,3% pescam com essa finalidade, e 9,1% pescam por lazer, enquanto 7,75 pescam por ambos os motivos. As espécies mais encontradas, segundo os entrevistados, foram: tilápias, trairão e pirambeba. A presença desses peixes na Lagoa da Pampulha deve-se provavelmente, a introdução realizada, tanto pelo poder público, como por particulares.
Rua José Simplício Moreira, 1140 - TrevoLote em localização privilegiada medindo 1000 metros sendo 25 metros de frente por 40 metros de comprimento. Possui uma topografia plana até a metade do lote e até os fundos leve declive. Está próximo ao posto de Saúde do bairro Trevo. UM POUCO DA HISTÓRIA BAIRRO TREVO Trevo é um bairro da região administrativa da Pampulha, na cidade brasileira de Belo Horizonte, em Minas Gerais. A poucos metros da Lagoa da Pampulha, cercado por muito verde, e bem distante dos espigões que caracterizam a região central. É o que, de início, pode ser dito sobre o bairro Trevo, localizado na região da Pampulha. O bairro se originou da subdivisão de um terreno no local denominado Paracatu, na década de 1970. Desde os primeiros loteamentos, a região foi destinada às grandes propriedades, como sítios, chácaras e casas construídas em lotes com áreas entre 1 mil e 2 mil metros quadrados. É nele que se encontra o Centro de Treinamentos do time profissional do Cruzeiro Esporte Clube, conhecido como Toca da Raposa II. Nele também se encontra o Parque Municipal do Bairro Trevo. Este foi criado pela Lei Municipal n°. 10.441, de 28/03/2012. Com uma área de 23.940 m², foi parcialmente implantado por meio de Orçamento Participativo. Atualmente, possui um campo de futebol e uma quadra. O Parque está localizado na macrobacia do Onça e na bacia do Córrego Olhos D’água (Av. Francisco Negrão de Lima). O parque contribui com a preservação de nascentes de córregos que deságuam na Pampulha. Essa área verde também é importantíssima porque conserva um trecho de Cerrado original, bioma cada dia menos presente na geografia e história de Belo Horizonte. ORIGEM DA PAMPULHA Em 1936, na administração do prefeito Otacílio Negrão de Lima, iniciou-se o represamento do ribeirão Pampulha, objetivando a construção de uma lagoa, cuja finalidade seria amortecer enchentes e contribuir para o abastecimento da capital. Ela foi inaugurada em 1943 como o nome de Lagoa da Pampulha, no momento mais efervescente da consolidação do modernismo desenvolvido pelo então prefeito de Belo Horizonte, Juscelino Kubitschek. O prefeito pretendia transformar a cidade numa metrópole moderna, capaz de realizar intercâmbio cultural com os principais centros urbanos do país. Seu programa focalizava a expansão urbana, a abertura de largas avenidas e a criação de novos bairros, como a Pampulha. Neste sentido, a Pampulha foi criada para ser local de lazer e turismo, com uma igreja dedicada a São Francisco de Assis, um cassino, um clube e uma casa de baile. Para implementar esse audacioso projeto, Juscelino Kubitschek convidou os mais ilustres arquitetos, paisagistas e artistas plásticos brasileiros - Niemeyer, Burle Marx, Portinari, Ceschiatti, José Pedrosa, August Zamoisky e Paulo Osir Rossi, que a planejaram de acordo com os padrões modernistas internacionais. A Lagoa, parte mais importante do projeto, tornou-se o mais antigo e tradicional lago dentre os integrantes das bacias do Rio das Velhas e São Francisco. Quando inaugurada, em 1943, possuía capacidade de acumulação de 18 milhões de metros cúbicos. Com o rompimento ocorrido em 1954, a lagoa sofreu grande redução na sua capacidade de acumulação, caindo para 13 milhões de metros cúbicos. DESENVOLVIMENTO/INFRA – ESTRUTURA: A Lagoa perdeu, nas últimas três décadas, mais da metade de sua capacidade de retenção, hoje estimada em 7 milhões de metros cúbicos. Projetada em área rural e estruturada para ser um reservatório de abastecimento, a represa agregou ainda a função hidrológica de amortecera das ondas de cheias, reduzindo a vazão de pico dos cerca de 40 cursos dágua que compõem a sua bacia hidrográfica, evitando inundações à jusante. Entretanto, o quadro atual de assoreamento reduziu a sua eficácia. Como possíveis causas de instalação deste quadro, citamos o processo de ocupação da sua bacia hidrográfica, desde o início dos anos 50, somada à poluição advinda do Centro Industrial de Contagem (CINCO), da Ceasa, do Aterro sanitário, das áreas de bota-fora e dos loteamentos residenciais, que geraram uma grande movimentação de terra carreada para a represa, além da poluição por esgoto. Nas últimas décadas, o fenômeno de assoreamento da Lagoa e da deteriorização de suas águas acelerou-se chegando, em 1998, ao lamentável quadro de perda de 50% do seu volume de reservação e de 40% da área do espelho dágua, apresentando elevados teores de matéria orgânica e baixas concentrações de oxigênio dissolvido. Ao longo dos anos, a ocupação desordenada e os escassos investimentos em saneamento básico trouxeram sérias consequências sócio-ambientais para a bacia da Pampulha. Hoje, estes problemas encontram-se refletidos não só no estado de degradação do espelho dágua da lagoa como nas condições de vida da população residente ao redor de sua orla, população essa estratificada em diversos níveis sócio-econômicos, variando do padrão muito baixo até o muito alto. Entretanto, a grande maioria da população, cerca de 70%, encontra-se nas faixas de renda baixa e muito baixa. A situação social da população da bacia agravou-se pela precariedade do saneamento básico. Cerca de 30% da área não possui rede de coleta de esgotos e aproximadamente 20% não é atendida com coleta regular de lixo. Os índices de qualidade de vida urbana - IQVU na Pampulha em 1998, encontravam-se, em 90% da área, abaixo do padrão médio do município. Devido a essa ocupação desordenada, a Lagoa da Pampulha passou a receber anualmente cerca de 380.000 metros cúbicos de sedimentos. A persistir esta situação, o seu assoreamento completo se dará até o ano 2.020. Como consequência do assoreamento, a Lagoa da Pampulha perderá uma de suas finalidades, ou seja, o amortecimento de cheias. O reflexo deste problema colocará em risco a vida de milhares de habitantes de vilas e bairros que se localizam em áreas susceptíveis a inundação, bem como o aeroporto localizado à jusante do vertedouro da represa. Também o grande volume de esgotos (matéria orgânica, coliformes, metais pesados, etc.) e de resíduos sólidos (plásticos, latas, vidros, etc.) que chegam diariamente à lagoa, contribuem para o seu assoreamento e para a eutrofização de suas águas. Dada a complexidade da atual situação ambiental, acima apresentada, a Prefeitura de Belo Horizonte vem realizando nos últimos anos importantes ações mitigadoras no sentido de recuperar essa bacia: dragagem parcial; retirada de aguapés; educação ambiental; controle de vetores; monitoramento da qualidade das águas; construção da estação de tratamento das àguas dos córregos Sarandi e Ressaca; pavimentação de ciclovia; restauração e reforma da Casa do Baile; restauração da igreja de São Francisco de Assis e compra da Casa de Juscelino Kubistcheck. A partir de 1998, como resultado da retirada de material sedimentar de seu leito, foram formadas 3 ilhas, posteriormente interligadas, que se transformaram em uma grande área com cerca de 27 hectares, cuja remoção era inviável sob todos os aspectos técnicos possíveis. Em 21 de outubro de 1997, o Conselho Municipal do Meio Ambiente – COMAM, ao aprovar o Programa de Recuperação da Lagoa da Pampulha – PROPAM, definiu que as ilhas seriam transformadas em um espaço de preservação ambiental. Com isso, em 2003, a PBH desenvolveu um projeto para implantação de um parque ecológico no local. Inaugurado no ano seguinte, ele tornou-se rapidamente uma atração pública, levando, em média, 20 mil visitantes ao local nos finais de semana. Atualmente a PBH desenvolve um programa de retirada de cerca de 300 mil metros cúbicos de sedimentos, objetivando desassorear a Lagoa. Para que o espelho d’água volte às suas características paisagísticas originais e de bacia de amortecimento de cheias, estima-se que mais 200 mil metros cúbicos deverão ser retirados. A orla da Lagoa é frequentada por um grande número de pescadores. Em 1990 foram entrevistados em torno de 400 pescadores num universo de cerca de 2.000 cadastrados . A maioria de baixa condição social (86,9%). A pesca constitui-se para esse segmento, em um importante item de suplementação alimentar, uma vez que 83,3% pescam com essa finalidade, e 9,1% pescam por lazer, enquanto 7,75 pescam por ambos os motivos. As espécies mais encontradas, segundo os entrevistados, foram: tilápias, trairão e pirambeba. A presença desses peixes na Lagoa da Pampulha deve-se provavelmente, a introdução realizada, tanto pelo poder público, como por particulares.
Belo Horizonte, MGLote em localização privilegiada medindo 1000 metros sendo 25 metros de frente por 40 metros de comprimento. Possui uma topografia plana até a metade do lote e até os fundos leve declive. Está próximo ao posto de Saúde do bairro Trevo. UM POUCO DA HISTÓRIA BAIRRO TREVO Trevo é um bairro da região administrativa da Pampulha, na cidade brasileira de Belo Horizonte, em Minas Gerais. A poucos metros da Lagoa da Pampulha, cercado por muito verde, e bem distante dos espigões que caracterizam a região central. É o que, de início, pode ser dito sobre o bairro Trevo, localizado na região da Pampulha. O bairro se originou da subdivisão de um terreno no local denominado Paracatu, na década de 1970. Desde os primeiros loteamentos, a região foi destinada às grandes propriedades, como sítios, chácaras e casas construídas em lotes com áreas entre 1 mil e 2 mil metros quadrados. É nele que se encontra o Centro de Treinamentos do time profissional do Cruzeiro Esporte Clube, conhecido como Toca da Raposa II. Nele também se encontra o Parque Municipal do Bairro Trevo. Este foi criado pela Lei Municipal n°. 10.441, de 28/03/2012. Com uma área de 23.940 m², foi parcialmente implantado por meio de Orçamento Participativo. Atualmente, possui um campo de futebol e uma quadra. O Parque está localizado na macrobacia do Onça e na bacia do Córrego Olhos D’água (Av. Francisco Negrão de Lima). O parque contribui com a preservação de nascentes de córregos que deságuam na Pampulha. Essa área verde também é importantíssima porque conserva um trecho de Cerrado original, bioma cada dia menos presente na geografia e história de Belo Horizonte. ORIGEM DA PAMPULHA Em 1936, na administração do prefeito Otacílio Negrão de Lima, iniciou-se o represamento do ribeirão Pampulha, objetivando a construção de uma lagoa, cuja finalidade seria amortecer enchentes e contribuir para o abastecimento da capital. Ela foi inaugurada em 1943 como o nome de Lagoa da Pampulha, no momento mais efervescente da consolidação do modernismo desenvolvido pelo então prefeito de Belo Horizonte, Juscelino Kubitschek. O prefeito pretendia transformar a cidade numa metrópole moderna, capaz de realizar intercâmbio cultural com os principais centros urbanos do país. Seu programa focalizava a expansão urbana, a abertura de largas avenidas e a criação de novos bairros, como a Pampulha. Neste sentido, a Pampulha foi criada para ser local de lazer e turismo, com uma igreja dedicada a São Francisco de Assis, um cassino, um clube e uma casa de baile. Para implementar esse audacioso projeto, Juscelino Kubitschek convidou os mais ilustres arquitetos, paisagistas e artistas plásticos brasileiros - Niemeyer, Burle Marx, Portinari, Ceschiatti, José Pedrosa, August Zamoisky e Paulo Osir Rossi, que a planejaram de acordo com os padrões modernistas internacionais. A Lagoa, parte mais importante do projeto, tornou-se o mais antigo e tradicional lago dentre os integrantes das bacias do Rio das Velhas e São Francisco. Quando inaugurada, em 1943, possuía capacidade de acumulação de 18 milhões de metros cúbicos. Com o rompimento ocorrido em 1954, a lagoa sofreu grande redução na sua capacidade de acumulação, caindo para 13 milhões de metros cúbicos. DESENVOLVIMENTO/INFRA – ESTRUTURA: A Lagoa perdeu, nas últimas três décadas, mais da metade de sua capacidade de retenção, hoje estimada em 7 milhões de metros cúbicos. Projetada em área rural e estruturada para ser um reservatório de abastecimento, a represa agregou ainda a função hidrológica de amortecera das ondas de cheias, reduzindo a vazão de pico dos cerca de 40 cursos dágua que compõem a sua bacia hidrográfica, evitando inundações à jusante. Entretanto, o quadro atual de assoreamento reduziu a sua eficácia. Como possíveis causas de instalação deste quadro, citamos o processo de ocupação da sua bacia hidrográfica, desde o início dos anos 50, somada à poluição advinda do Centro Industrial de Contagem (CINCO), da Ceasa, do Aterro sanitário, das áreas de bota-fora e dos loteamentos residenciais, que geraram uma grande movimentação de terra carreada para a represa, além da poluição por esgoto. Nas últimas décadas, o fenômeno de assoreamento da Lagoa e da deteriorização de suas águas acelerou-se chegando, em 1998, ao lamentável quadro de perda de 50% do seu volume de reservação e de 40% da área do espelho dágua, apresentando elevados teores de matéria orgânica e baixas concentrações de oxigênio dissolvido. Ao longo dos anos, a ocupação desordenada e os escassos investimentos em saneamento básico trouxeram sérias consequências sócio-ambientais para a bacia da Pampulha. Hoje, estes problemas encontram-se refletidos não só no estado de degradação do espelho dágua da lagoa como nas condições de vida da população residente ao redor de sua orla, população essa estratificada em diversos níveis sócio-econômicos, variando do padrão muito baixo até o muito alto. Entretanto, a grande maioria da população, cerca de 70%, encontra-se nas faixas de renda baixa e muito baixa. A situação social da população da bacia agravou-se pela precariedade do saneamento básico. Cerca de 30% da área não possui rede de coleta de esgotos e aproximadamente 20% não é atendida com coleta regular de lixo. Os índices de qualidade de vida urbana - IQVU na Pampulha em 1998, encontravam-se, em 90% da área, abaixo do padrão médio do município. Devido a essa ocupação desordenada, a Lagoa da Pampulha passou a receber anualmente cerca de 380.000 metros cúbicos de sedimentos. A persistir esta situação, o seu assoreamento completo se dará até o ano 2.020. Como consequência do assoreamento, a Lagoa da Pampulha perderá uma de suas finalidades, ou seja, o amortecimento de cheias. O reflexo deste problema colocará em risco a vida de milhares de habitantes de vilas e bairros que se localizam em áreas susceptíveis a inundação, bem como o aeroporto localizado à jusante do vertedouro da represa. Também o grande volume de esgotos (matéria orgânica, coliformes, metais pesados, etc.) e de resíduos sólidos (plásticos, latas, vidros, etc.) que chegam diariamente à lagoa, contribuem para o seu assoreamento e para a eutrofização de suas águas. Dada a complexidade da atual situação ambiental, acima apresentada, a Prefeitura de Belo Horizonte vem realizando nos últimos anos importantes ações mitigadoras no sentido de recuperar essa bacia: dragagem parcial; retirada de aguapés; educação ambiental; controle de vetores; monitoramento da qualidade das águas; construção da estação de tratamento das àguas dos córregos Sarandi e Ressaca; pavimentação de ciclovia; restauração e reforma da Casa do Baile; restauração da igreja de São Francisco de Assis e compra da Casa de Juscelino Kubistcheck. A partir de 1998, como resultado da retirada de material sedimentar de seu leito, foram formadas 3 ilhas, posteriormente interligadas, que se transformaram em uma grande área com cerca de 27 hectares, cuja remoção era inviável sob todos os aspectos técnicos possíveis. Em 21 de outubro de 1997, o Conselho Municipal do Meio Ambiente – COMAM, ao aprovar o Programa de Recuperação da Lagoa da Pampulha – PROPAM, definiu que as ilhas seriam transformadas em um espaço de preservação ambiental. Com isso, em 2003, a PBH desenvolveu um projeto para implantação de um parque ecológico no local. Inaugurado no ano seguinte, ele tornou-se rapidamente uma atração pública, levando, em média, 20 mil visitantes ao local nos finais de semana. Atualmente a PBH desenvolve um programa de retirada de cerca de 300 mil metros cúbicos de sedimentos, objetivando desassorear a Lagoa. Para que o espelho d’água volte às suas características paisagísticas originais e de bacia de amortecimento de cheias, estima-se que mais 200 mil metros cúbicos deverão ser retirados. A orla da Lagoa é frequentada por um grande número de pescadores. Em 1990 foram entrevistados em torno de 400 pescadores num universo de cerca de 2.000 cadastrados . A maioria de baixa condição social (86,9%). A pesca constitui-se para esse segmento, em um importante item de suplementação alimentar, uma vez que 83,3% pescam com essa finalidade, e 9,1% pescam por lazer, enquanto 7,75 pescam por ambos os motivos. As espécies mais encontradas, segundo os entrevistados, foram: tilápias, trairão e pirambeba. A presença desses peixes na Lagoa da Pampulha deve-se provavelmente, a introdução realizada, tanto pelo poder público, como por particulares.
Rua Estanislau Pedro Boardman, 201 - TrevoLote de 2 mil metros, com 20 metros de frente pra duas ruas. Lote possui construção de uma casa antiga, possui várias árvores frutíferas e leve aclive e declive. Lote murado, somente parte de uma lateral que esta aberta. Possui amplo comércio próximo, posto de saúde, igreja. UM POUCO DA HISTÓRIA BAIRRO TREVO Trevo é um bairro da região administrativa da Pampulha, na cidade brasileira de Belo Horizonte, em Minas Gerais. A poucos metros da Lagoa da Pampulha, cercado por muito verde, e bem distante dos espigões que caracterizam a região central. É o que, de início, pode ser dito sobre o bairro Trevo, localizado na região da Pampulha. O bairro se originou da subdivisão de um terreno no local denominado Paracatu, na década de 1970. Desde os primeiros loteamentos, a região foi destinada às grandes propriedades, como sítios, chácaras e casas construídas em lotes com áreas entre 1 mil e 2 mil metros quadrados. É nele que se encontra o Centro de Treinamentos do time profissional do Cruzeiro Esporte Clube, conhecido como Toca da Raposa II. Nele também se encontra o Parque Municipal do Bairro Trevo. Este foi criado pela Lei Municipal n°. 10.441, de 28/03/2012. Com uma área de 23.940 m², foi parcialmente implantado por meio de Orçamento Participativo. Atualmente, possui um campo de futebol e uma quadra. O Parque está localizado na macrobacia do Onça e na bacia do Córrego Olhos D’água (Av. Francisco Negrão de Lima). O parque contribui com a preservação de nascentes de córregos que deságuam na Pampulha. Essa área verde também é importantíssima porque conserva um trecho de Cerrado original, bioma cada dia menos presente na geografia e história de Belo Horizonte. ORIGEM DA PAMPULHA Em 1936, na administração do prefeito Otacílio Negrão de Lima, iniciou-se o represamento do ribeirão Pampulha, objetivando a construção de uma lagoa, cuja finalidade seria amortecer enchentes e contribuir para o abastecimento da capital. Ela foi inaugurada em 1943 como o nome de Lagoa da Pampulha, no momento mais efervescente da consolidação do modernismo desenvolvido pelo então prefeito de Belo Horizonte, Juscelino Kubitschek. O prefeito pretendia transformar a cidade numa metrópole moderna, capaz de realizar intercâmbio cultural com os principais centros urbanos do país. Seu programa focalizava a expansão urbana, a abertura de largas avenidas e a criação de novos bairros, como a Pampulha. Neste sentido, a Pampulha foi criada para ser local de lazer e turismo, com uma igreja dedicada a São Francisco de Assis, um cassino, um clube e uma casa de baile. Para implementar esse audacioso projeto, Juscelino Kubitschek convidou os mais ilustres arquitetos, paisagistas e artistas plásticos brasileiros - Niemeyer, Burle Marx, Portinari, Ceschiatti, José Pedrosa, August Zamoisky e Paulo Osir Rossi, que a planejaram de acordo com os padrões modernistas internacionais. A Lagoa, parte mais importante do projeto, tornou-se o mais antigo e tradicional lago dentre os integrantes das bacias do Rio das Velhas e São Francisco. Quando inaugurada, em 1943, possuía capacidade de acumulação de 18 milhões de metros cúbicos. Com o rompimento ocorrido em 1954, a lagoa sofreu grande redução na sua capacidade de acumulação, caindo para 13 milhões de metros cúbicos. DESENVOLVIMENTO/INFRA – ESTRUTURA: A Lagoa perdeu, nas últimas três décadas, mais da metade de sua capacidade de retenção, hoje estimada em 7 milhões de metros cúbicos. Projetada em área rural e estruturada para ser um reservatório de abastecimento, a represa agregou ainda a função hidrológica de amortecera das ondas de cheias, reduzindo a vazão de pico dos cerca de 40 cursos dágua que compõem a sua bacia hidrográfica, evitando inundações à jusante. Entretanto, o quadro atual de assoreamento reduziu a sua eficácia. Como possíveis causas de instalação deste quadro, citamos o processo de ocupação da sua bacia hidrográfica, desde o início dos anos 50, somada à poluição advinda do Centro Industrial de Contagem (CINCO), da Ceasa, do Aterro sanitário, das áreas de bota-fora e dos loteamentos residenciais, que geraram uma grande movimentação de terra carreada para a represa, além da poluição por esgoto. Nas últimas décadas, o fenômeno de assoreamento da Lagoa e da deteriorização de suas águas acelerou-se chegando, em 1998, ao lamentável quadro de perda de 50% do seu volume de reservação e de 40% da área do espelho dágua, apresentando elevados teores de matéria orgânica e baixas concentrações de oxigênio dissolvido. Ao longo dos anos, a ocupação desordenada e os escassos investimentos em saneamento básico trouxeram sérias consequências sócio-ambientais para a bacia da Pampulha. Hoje, estes problemas encontram-se refletidos não só no estado de degradação do espelho dágua da lagoa como nas condições de vida da população residente ao redor de sua orla, população essa estratificada em diversos níveis sócio-econômicos, variando do padrão muito baixo até o muito alto. Entretanto, a grande maioria da população, cerca de 70%, encontra-se nas faixas de renda baixa e muito baixa. A situação social da população da bacia agravou-se pela precariedade do saneamento básico. Cerca de 30% da área não possui rede de coleta de esgotos e aproximadamente 20% não é atendida com coleta regular de lixo. Os índices de qualidade de vida urbana - IQVU na Pampulha em 1998, encontravam-se, em 90% da área, abaixo do padrão médio do município. Devido a essa ocupação desordenada, a Lagoa da Pampulha passou a receber anualmente cerca de 380.000 metros cúbicos de sedimentos. A persistir esta situação, o seu assoreamento completo se dará até o ano 2.020. Como consequência do assoreamento, a Lagoa da Pampulha perderá uma de suas finalidades, ou seja, o amortecimento de cheias. O reflexo deste problema colocará em risco a vida de milhares de habitantes de vilas e bairros que se localizam em áreas susceptíveis a inundação, bem como o aeroporto localizado à jusante do vertedouro da represa. Também o grande volume de esgotos (matéria orgânica, coliformes, metais pesados, etc.) e de resíduos sólidos (plásticos, latas, vidros, etc.) que chegam diariamente à lagoa, contribuem para o seu assoreamento e para a eutrofização de suas águas. Dada a complexidade da atual situação ambiental, acima apresentada, a Prefeitura de Belo Horizonte vem realizando nos últimos anos importantes ações mitigadoras no sentido de recuperar essa bacia: dragagem parcial; retirada de aguapés; educação ambiental; controle de vetores; monitoramento da qualidade das águas; construção da estação de tratamento das àguas dos córregos Sarandi e Ressaca; pavimentação de ciclovia; restauração e reforma da Casa do Baile; restauração da igreja de São Francisco de Assis e compra da Casa de Juscelino Kubistcheck. A partir de 1998, como resultado da retirada de material sedimentar de seu leito, foram formadas 3 ilhas, posteriormente interligadas, que se transformaram em uma grande área com cerca de 27 hectares, cuja remoção era inviável sob todos os aspectos técnicos possíveis. Em 21 de outubro de 1997, o Conselho Municipal do Meio Ambiente – COMAM, ao aprovar o Programa de Recuperação da Lagoa da Pampulha – PROPAM, definiu que as ilhas seriam transformadas em um espaço de preservação ambiental. Com isso, em 2003, a PBH desenvolveu um projeto para implantação de um parque ecológico no local. Inaugurado no ano seguinte, ele tornou-se rapidamente uma atração pública, levando, em média, 20 mil visitantes ao local nos finais de semana. Atualmente a PBH desenvolve um programa de retirada de cerca de 300 mil metros cúbicos de sedimentos, objetivando desassorear a Lagoa. Para que o espelho d’água volte às suas características paisagísticas originais e de bacia de amortecimento de cheias, estima-se que mais 200 mil metros cúbicos deverão ser retirados. A orla da Lagoa é frequentada por um grande número de pescadores. Em 1990 foram entrevistados em torno de 400 pescadores num universo de cerca de 2.000 cadastrados . A maioria de baixa condição social (86,9%). A pesca constitui-se para esse segmento, em um importante item de suplementação alimentar, uma vez que 83,3% pescam com essa finalidade, e 9,1% pescam por lazer, enquanto 7,75 pescam por ambos os motivos. As espécies mais encontradas, segundo os entrevistados, foram: tilápias, trairão e pirambeba. A presença desses peixes na Lagoa da Pampulha deve-se provavelmente, a introdução realizada, tanto pelo poder público, como por particulares.
Belo Horizonte, MGLote de 2 mil metros, com 20 metros de frente pra duas ruas. Lote possui construção de uma casa antiga, possui várias árvores frutíferas e leve aclive e declive. Lote murado, somente parte de uma lateral que esta aberta. Possui amplo comércio próximo, posto de saúde, igreja. UM POUCO DA HISTÓRIA BAIRRO TREVO Trevo é um bairro da região administrativa da Pampulha, na cidade brasileira de Belo Horizonte, em Minas Gerais. A poucos metros da Lagoa da Pampulha, cercado por muito verde, e bem distante dos espigões que caracterizam a região central. É o que, de início, pode ser dito sobre o bairro Trevo, localizado na região da Pampulha. O bairro se originou da subdivisão de um terreno no local denominado Paracatu, na década de 1970. Desde os primeiros loteamentos, a região foi destinada às grandes propriedades, como sítios, chácaras e casas construídas em lotes com áreas entre 1 mil e 2 mil metros quadrados. É nele que se encontra o Centro de Treinamentos do time profissional do Cruzeiro Esporte Clube, conhecido como Toca da Raposa II. Nele também se encontra o Parque Municipal do Bairro Trevo. Este foi criado pela Lei Municipal n°. 10.441, de 28/03/2012. Com uma área de 23.940 m², foi parcialmente implantado por meio de Orçamento Participativo. Atualmente, possui um campo de futebol e uma quadra. O Parque está localizado na macrobacia do Onça e na bacia do Córrego Olhos D’água (Av. Francisco Negrão de Lima). O parque contribui com a preservação de nascentes de córregos que deságuam na Pampulha. Essa área verde também é importantíssima porque conserva um trecho de Cerrado original, bioma cada dia menos presente na geografia e história de Belo Horizonte. ORIGEM DA PAMPULHA Em 1936, na administração do prefeito Otacílio Negrão de Lima, iniciou-se o represamento do ribeirão Pampulha, objetivando a construção de uma lagoa, cuja finalidade seria amortecer enchentes e contribuir para o abastecimento da capital. Ela foi inaugurada em 1943 como o nome de Lagoa da Pampulha, no momento mais efervescente da consolidação do modernismo desenvolvido pelo então prefeito de Belo Horizonte, Juscelino Kubitschek. O prefeito pretendia transformar a cidade numa metrópole moderna, capaz de realizar intercâmbio cultural com os principais centros urbanos do país. Seu programa focalizava a expansão urbana, a abertura de largas avenidas e a criação de novos bairros, como a Pampulha. Neste sentido, a Pampulha foi criada para ser local de lazer e turismo, com uma igreja dedicada a São Francisco de Assis, um cassino, um clube e uma casa de baile. Para implementar esse audacioso projeto, Juscelino Kubitschek convidou os mais ilustres arquitetos, paisagistas e artistas plásticos brasileiros - Niemeyer, Burle Marx, Portinari, Ceschiatti, José Pedrosa, August Zamoisky e Paulo Osir Rossi, que a planejaram de acordo com os padrões modernistas internacionais. A Lagoa, parte mais importante do projeto, tornou-se o mais antigo e tradicional lago dentre os integrantes das bacias do Rio das Velhas e São Francisco. Quando inaugurada, em 1943, possuía capacidade de acumulação de 18 milhões de metros cúbicos. Com o rompimento ocorrido em 1954, a lagoa sofreu grande redução na sua capacidade de acumulação, caindo para 13 milhões de metros cúbicos. DESENVOLVIMENTO/INFRA – ESTRUTURA: A Lagoa perdeu, nas últimas três décadas, mais da metade de sua capacidade de retenção, hoje estimada em 7 milhões de metros cúbicos. Projetada em área rural e estruturada para ser um reservatório de abastecimento, a represa agregou ainda a função hidrológica de amortecera das ondas de cheias, reduzindo a vazão de pico dos cerca de 40 cursos dágua que compõem a sua bacia hidrográfica, evitando inundações à jusante. Entretanto, o quadro atual de assoreamento reduziu a sua eficácia. Como possíveis causas de instalação deste quadro, citamos o processo de ocupação da sua bacia hidrográfica, desde o início dos anos 50, somada à poluição advinda do Centro Industrial de Contagem (CINCO), da Ceasa, do Aterro sanitário, das áreas de bota-fora e dos loteamentos residenciais, que geraram uma grande movimentação de terra carreada para a represa, além da poluição por esgoto. Nas últimas décadas, o fenômeno de assoreamento da Lagoa e da deteriorização de suas águas acelerou-se chegando, em 1998, ao lamentável quadro de perda de 50% do seu volume de reservação e de 40% da área do espelho dágua, apresentando elevados teores de matéria orgânica e baixas concentrações de oxigênio dissolvido. Ao longo dos anos, a ocupação desordenada e os escassos investimentos em saneamento básico trouxeram sérias consequências sócio-ambientais para a bacia da Pampulha. Hoje, estes problemas encontram-se refletidos não só no estado de degradação do espelho dágua da lagoa como nas condições de vida da população residente ao redor de sua orla, população essa estratificada em diversos níveis sócio-econômicos, variando do padrão muito baixo até o muito alto. Entretanto, a grande maioria da população, cerca de 70%, encontra-se nas faixas de renda baixa e muito baixa. A situação social da população da bacia agravou-se pela precariedade do saneamento básico. Cerca de 30% da área não possui rede de coleta de esgotos e aproximadamente 20% não é atendida com coleta regular de lixo. Os índices de qualidade de vida urbana - IQVU na Pampulha em 1998, encontravam-se, em 90% da área, abaixo do padrão médio do município. Devido a essa ocupação desordenada, a Lagoa da Pampulha passou a receber anualmente cerca de 380.000 metros cúbicos de sedimentos. A persistir esta situação, o seu assoreamento completo se dará até o ano 2.020. Como consequência do assoreamento, a Lagoa da Pampulha perderá uma de suas finalidades, ou seja, o amortecimento de cheias. O reflexo deste problema colocará em risco a vida de milhares de habitantes de vilas e bairros que se localizam em áreas susceptíveis a inundação, bem como o aeroporto localizado à jusante do vertedouro da represa. Também o grande volume de esgotos (matéria orgânica, coliformes, metais pesados, etc.) e de resíduos sólidos (plásticos, latas, vidros, etc.) que chegam diariamente à lagoa, contribuem para o seu assoreamento e para a eutrofização de suas águas. Dada a complexidade da atual situação ambiental, acima apresentada, a Prefeitura de Belo Horizonte vem realizando nos últimos anos importantes ações mitigadoras no sentido de recuperar essa bacia: dragagem parcial; retirada de aguapés; educação ambiental; controle de vetores; monitoramento da qualidade das águas; construção da estação de tratamento das àguas dos córregos Sarandi e Ressaca; pavimentação de ciclovia; restauração e reforma da Casa do Baile; restauração da igreja de São Francisco de Assis e compra da Casa de Juscelino Kubistcheck. A partir de 1998, como resultado da retirada de material sedimentar de seu leito, foram formadas 3 ilhas, posteriormente interligadas, que se transformaram em uma grande área com cerca de 27 hectares, cuja remoção era inviável sob todos os aspectos técnicos possíveis. Em 21 de outubro de 1997, o Conselho Municipal do Meio Ambiente – COMAM, ao aprovar o Programa de Recuperação da Lagoa da Pampulha – PROPAM, definiu que as ilhas seriam transformadas em um espaço de preservação ambiental. Com isso, em 2003, a PBH desenvolveu um projeto para implantação de um parque ecológico no local. Inaugurado no ano seguinte, ele tornou-se rapidamente uma atração pública, levando, em média, 20 mil visitantes ao local nos finais de semana. Atualmente a PBH desenvolve um programa de retirada de cerca de 300 mil metros cúbicos de sedimentos, objetivando desassorear a Lagoa. Para que o espelho d’água volte às suas características paisagísticas originais e de bacia de amortecimento de cheias, estima-se que mais 200 mil metros cúbicos deverão ser retirados. A orla da Lagoa é frequentada por um grande número de pescadores. Em 1990 foram entrevistados em torno de 400 pescadores num universo de cerca de 2.000 cadastrados . A maioria de baixa condição social (86,9%). A pesca constitui-se para esse segmento, em um importante item de suplementação alimentar, uma vez que 83,3% pescam com essa finalidade, e 9,1% pescam por lazer, enquanto 7,75 pescam por ambos os motivos. As espécies mais encontradas, segundo os entrevistados, foram: tilápias, trairão e pirambeba. A presença desses peixes na Lagoa da Pampulha deve-se provavelmente, a introdução realizada, tanto pelo poder público, como por particulares.
VERA CRUZ DE MINAS, 99 - VERA CRUZ DE MINASExcelente terreno em Pedro Leopoldo, fica a 10 minutos do Centro, terreno de 35.000 m² todo plano e com terras de cultura. Tem uma casa colonial muito bem reformada, e uma grande mesa de Ypê preto. Local bom para fazer uma restaurante, local para grandes eventos, fácil acesso pela BR e muito próximo do centro. Com a chegada da cervejaria Heineken está mais valorizado os imóveis da região e principalmente os terrenos que pode ser instalados comércios. Entre em contato e vamos agendar uma visita.
Pedro Leopoldo, MGExcelente terreno em Pedro Leopoldo, fica a 10 minutos do Centro, terreno de 35.000 m² todo plano e com terras de cultura. Tem uma casa colonial muito bem reformada, e uma grande mesa de Ypê preto. Local bom para fazer uma restaurante, local para grandes eventos, fácil acesso pela BR e muito próximo do centro. Com a chegada da cervejaria Heineken está mais valorizado os imóveis da região e principalmente os terrenos que pode ser instalados comércios. Entre em contato e vamos agendar uma visita.
Rua das Hortências, 48 - Luana (Justinópolis)Esta propriedade em Ribeirão das Neves, no bairro Luana (Justinópolis), apresenta uma excelente oportunidade para quem busca um imóvel com amplo espaço e grande potencial. Com uma área útil de 305,80 m², esta casa padrão oferece ótimas possibilidades de customização e adaptação, de acordo com as necessidades de cada comprador. A localização privilegiada, próxima a diversos serviços e infraestrutura, torna esta propriedade uma opção atraente para quem deseja usufruir de todas as comodidades da região. Com o valor de venda de R$ 90.000, este imóvel representa uma ótima alternativa para investimento ou moradia. Não deixe esta oportunidade passar! Agende uma visita e conheça pessoalmente todas as características desta propriedade que aguarda um novo proprietário. Venha descobrir o verdadeiro potencial desta casa padrão em Ribeirão das Neves. A Rua Hortência, localizada no bairro Esplanada em Belo Horizonte, oferece proximidade a comércios essenciais, incluindo supermercados, farmácias e opções de alimentação rápida, atendendo bem às necessidades do dia a dia. A região é predominantemente residencial, mas conta com serviços locais na região Leste da cidade. Serviços próximos: Comércios variados, supermercados e farmácias. Localização: Bairro Esplanada, Belo Horizonte - MG. Característica: Área residencial com comércio local próximo. A região conta com fácil acesso a outras partes da zona leste de Belo Horizonte. A Rua Hortência (ou Hortênsias) no bairro Esplanada, em Belo Horizonte - MG, situa-se próxima a áreas como Saudade, Paraíso, Pompéia, São Geraldo e à região do bairro Santa Tereza. É uma área residencial próxima a vias como a Rua Felipe Camarão e Rua das Oficinas. Bairros Limítrofes (BH): Esplanada, Saudade, Pompéia, Paraíso, São Geraldo. Ruas Próximas (Esplanada/Pompéia): Rua Felipe Camarão, Rua das Oficinas, Rua Violeta, Rua Vinte e Oito de Setembro, Rua Antônio Olinto, Rua General Sampaio. Nota: Existe também um "Condomínio Jardim das Hortênsias" no bairro Padre Eustáquio (BH) e um "Parque das Hortênsias" em Taboão da Serra - SP, caso a busca não se refira ao bairro Esplanada. móveis na Rua Hortência (bairro Esplanada, Belo Horizonte) e proximidades variam entre apartamentos de 110m² a 225m² (4 quartos, ~R$ 950 mil a R$ 980 mil) e casas espaçosas (3+ quartos, até 450m²), com 2 a 3 vagas de garagem. A região é residencial, próximo à Rua Felipe Camarão, e possui condomínios tradicionais. Detalhes da Região - Rua Hortência (Esplanada/BH): Apartamentos: Apartamentos à venda com tamanhos de 110m², 172m² e 225m², geralmente com 4 quartos e 2 vagas. Valores de condomínio variam de R$ 65 a R$ 200, com IPTU variando conforme tamanho. Casas: Disponibilidade de casas amplas, com tamanhos variando de 150m² a 450m². Condomínios na Rua Hortência: Edifício Esplanada, Edifício Natalia Lisboa, Edifício Isabela Hermont. Proximidades: Bairro Esplanada, com fácil acesso à Rua Felipe Camarão e Rua das Oficinas. Outras Localizações (Rua das Hortênsias/Hortência): Contagem (Centro): Edifício Hortência com apartamentos de 90m², 3 quartos, 2 vagas, e infraestrutura como piscina, quadra e sauna. Contagem (Geral): Ofertas de imóveis à venda e aluguel na Rua das Hortênsias. BH (Buritis): Edifício Residencial Parque das Hortências, com 80 a 100m² e portaria 24h. Passos/MG: Lançamento de casas (Jardim Hortência) de 44m², 2 dormitórios, a partir de R$ 175 mil. Nota: Os detalhes, fotos e preços são baseados em listagens online (Vivareal, QuintoAndar, ZAP) e podem sofrer alterações.
Ribeirão das Neves, MGEsta propriedade em Ribeirão das Neves, no bairro Luana (Justinópolis), apresenta uma excelente oportunidade para quem busca um imóvel com amplo espaço e grande potencial. Com uma área útil de 305,80 m², esta casa padrão oferece ótimas possibilidades de customização e adaptação, de acordo com as necessidades de cada comprador. A localização privilegiada, próxima a diversos serviços e infraestrutura, torna esta propriedade uma opção atraente para quem deseja usufruir de todas as comodidades da região. Com o valor de venda de R$ 90.000, este imóvel representa uma ótima alternativa para investimento ou moradia. Não deixe esta oportunidade passar! Agende uma visita e conheça pessoalmente todas as características desta propriedade que aguarda um novo proprietário. Venha descobrir o verdadeiro potencial desta casa padrão em Ribeirão das Neves. A Rua Hortência, localizada no bairro Esplanada em Belo Horizonte, oferece proximidade a comércios essenciais, incluindo supermercados, farmácias e opções de alimentação rápida, atendendo bem às necessidades do dia a dia. A região é predominantemente residencial, mas conta com serviços locais na região Leste da cidade. Serviços próximos: Comércios variados, supermercados e farmácias. Localização: Bairro Esplanada, Belo Horizonte - MG. Característica: Área residencial com comércio local próximo. A região conta com fácil acesso a outras partes da zona leste de Belo Horizonte. A Rua Hortência (ou Hortênsias) no bairro Esplanada, em Belo Horizonte - MG, situa-se próxima a áreas como Saudade, Paraíso, Pompéia, São Geraldo e à região do bairro Santa Tereza. É uma área residencial próxima a vias como a Rua Felipe Camarão e Rua das Oficinas. Bairros Limítrofes (BH): Esplanada, Saudade, Pompéia, Paraíso, São Geraldo. Ruas Próximas (Esplanada/Pompéia): Rua Felipe Camarão, Rua das Oficinas, Rua Violeta, Rua Vinte e Oito de Setembro, Rua Antônio Olinto, Rua General Sampaio. Nota: Existe também um "Condomínio Jardim das Hortênsias" no bairro Padre Eustáquio (BH) e um "Parque das Hortênsias" em Taboão da Serra - SP, caso a busca não se refira ao bairro Esplanada. móveis na Rua Hortência (bairro Esplanada, Belo Horizonte) e proximidades variam entre apartamentos de 110m² a 225m² (4 quartos, ~R$ 950 mil a R$ 980 mil) e casas espaçosas (3+ quartos, até 450m²), com 2 a 3 vagas de garagem. A região é residencial, próximo à Rua Felipe Camarão, e possui condomínios tradicionais. Detalhes da Região - Rua Hortência (Esplanada/BH): Apartamentos: Apartamentos à venda com tamanhos de 110m², 172m² e 225m², geralmente com 4 quartos e 2 vagas. Valores de condomínio variam de R$ 65 a R$ 200, com IPTU variando conforme tamanho. Casas: Disponibilidade de casas amplas, com tamanhos variando de 150m² a 450m². Condomínios na Rua Hortência: Edifício Esplanada, Edifício Natalia Lisboa, Edifício Isabela Hermont. Proximidades: Bairro Esplanada, com fácil acesso à Rua Felipe Camarão e Rua das Oficinas. Outras Localizações (Rua das Hortênsias/Hortência): Contagem (Centro): Edifício Hortência com apartamentos de 90m², 3 quartos, 2 vagas, e infraestrutura como piscina, quadra e sauna. Contagem (Geral): Ofertas de imóveis à venda e aluguel na Rua das Hortênsias. BH (Buritis): Edifício Residencial Parque das Hortências, com 80 a 100m² e portaria 24h. Passos/MG: Lançamento de casas (Jardim Hortência) de 44m², 2 dormitórios, a partir de R$ 175 mil. Nota: Os detalhes, fotos e preços são baseados em listagens online (Vivareal, QuintoAndar, ZAP) e podem sofrer alterações.
Rua dos Manacás, 50 - Luana (Justinópolis)Este terreno em Justinópolis, Ribeirão das Neves, é a oportunidade perfeita para quem busca investir em um imóvel promissor. Com uma área total de 355 m², o terreno está murado e oferece amplo espaço para construção, permitindo a realização de diversos projetos de acordo com as suas necessidades. A localização privilegiada, no bairro de Luana, proporciona fácil acesso a serviços essenciais, como escolas, hospitais e comércio local. Com um valor de venda de R$ 130.000, este terreno representa um excelente investimento, seja para a construção da sua casa dos sonhos, um empreendimento comercial ou até mesmo para um futuro loteamento. Não perca essa oportunidade única de adquirir um imóvel com tanto potencial em uma região em desenvolvimento. Agende uma visita e conheça melhor este terreno que pode ser o início de um novo capítulo em sua vida. Terreno tem escritura e registro, IPTU em dia . CRECI MG:8529
Ribeirão das Neves, MGEste terreno em Justinópolis, Ribeirão das Neves, é a oportunidade perfeita para quem busca investir em um imóvel promissor. Com uma área total de 355 m², o terreno está murado e oferece amplo espaço para construção, permitindo a realização de diversos projetos de acordo com as suas necessidades. A localização privilegiada, no bairro de Luana, proporciona fácil acesso a serviços essenciais, como escolas, hospitais e comércio local. Com um valor de venda de R$ 130.000, este terreno representa um excelente investimento, seja para a construção da sua casa dos sonhos, um empreendimento comercial ou até mesmo para um futuro loteamento. Não perca essa oportunidade única de adquirir um imóvel com tanto potencial em uma região em desenvolvimento. Agende uma visita e conheça melhor este terreno que pode ser o início de um novo capítulo em sua vida. Terreno tem escritura e registro, IPTU em dia . CRECI MG:8529
Rua dos Manacás, 0 - Luana (Justinópolis)São dois lotes cada um com 250m². Fica em uma área majoritariamente residencial e em constante expansão. O entorno do bairro oferece acesso rápido a comércios essenciais, linhas de transporte e vias de ligação com o restante da Região Metropolitana de Belo Horizonte.🚌 Transporte Público , os pontos de ônibus mais próximos do bairro Luana estão localizados nas ruas vizinhas. Escolas públicas, unidades de saúde municipais (postos de saúde de Justinópolis) e creches atendem a região. Comércio Geral: Supermercados de bairro, padarias, drogarias, depósitos de material de construção e pequenas mercearias suprem as necessidades diárias dos moradores. O bairro possui proximidade estratégica com a Avenida Denise Cristina da Rocha (principal corredor comercial e de transporte de Justinópolis) e com a LMG-806, facilitando o acesso ao centro de Ribeirão das Neves, a Venda Nova e à capital Belo Horizonte. Agende sua visita ainda hoje.
Ribeirão das Neves, MGSão dois lotes cada um com 250m². Fica em uma área majoritariamente residencial e em constante expansão. O entorno do bairro oferece acesso rápido a comércios essenciais, linhas de transporte e vias de ligação com o restante da Região Metropolitana de Belo Horizonte.🚌 Transporte Público , os pontos de ônibus mais próximos do bairro Luana estão localizados nas ruas vizinhas. Escolas públicas, unidades de saúde municipais (postos de saúde de Justinópolis) e creches atendem a região. Comércio Geral: Supermercados de bairro, padarias, drogarias, depósitos de material de construção e pequenas mercearias suprem as necessidades diárias dos moradores. O bairro possui proximidade estratégica com a Avenida Denise Cristina da Rocha (principal corredor comercial e de transporte de Justinópolis) e com a LMG-806, facilitando o acesso ao centro de Ribeirão das Neves, a Venda Nova e à capital Belo Horizonte. Agende sua visita ainda hoje.
Rua São Pedro, 207 - Luar da Pampulha (Justinópolis)Oportunidade: Lote no Bairro Luar da Pampulha – Justinópolis Ótima topografia, localização estratégica e pronto para construir! 📝 Descrição do terreno Ideal para quem busca investir ou construir a casa dos sonhos em uma região em constante crescimento e valorização. Área Total: Aproximadamente 360,00 m² Localização: Bairro Luar da Pampulha, Distrito de Justinópolis, Ribeirão das Neves/MG.🌟
Alameda das Arapongas, 457 - Condomínio Vale do OuroTerreno à Venda no Condomínio Vale do Ouro Construa a casa dos seus sonhos em um dos melhores condomínios da região! Excelente terreno localizado no tradicional Condomínio Vale do Ouro, ideal para quem busca tranquilidade, segurança e contato com a natureza, sem abrir mão da praticidade de estar próximo à cidade. Com ótima topografia e excelente potencial para construção, o terreno oferece o espaço perfeito para desenvolver um projeto residencial de alto padrão, seja para moradia ou lazer. O Condomínio Vale do Ouro é conhecido por sua infraestrutura, ambiente familiar e qualidade de vida, proporcionando aos moradores segurança, ruas arborizadas, muito verde e um clima agradável durante todo o ano. Destaques do imóvel: Excelente localização dentro do condomínio; Ótima topografia; Ideal para construção de residência ou casa de campo; Região tranquila e cercada pela natureza; Condomínio consolidado e valorizado; Fácil acesso às principais vias da região. Esta é uma excelente oportunidade para investir em um terreno com grande potencial de valorização e construir exatamente o que você sempre sonhou. Entre em contato com a ZC Empreendimentos Imobiliários e agende uma visita para conhecer este excelente terreno!
Condomínio Vale Do Ouro · Ribeirão das Neves, MGTerreno à Venda no Condomínio Vale do Ouro Construa a casa dos seus sonhos em um dos melhores condomínios da região! Excelente terreno localizado no tradicional Condomínio Vale do Ouro, ideal para quem busca tranquilidade, segurança e contato com a natureza, sem abrir mão da praticidade de estar próximo à cidade. Com ótima topografia e excelente potencial para construção, o terreno oferece o espaço perfeito para desenvolver um projeto residencial de alto padrão, seja para moradia ou lazer. O Condomínio Vale do Ouro é conhecido por sua infraestrutura, ambiente familiar e qualidade de vida, proporcionando aos moradores segurança, ruas arborizadas, muito verde e um clima agradável durante todo o ano. Destaques do imóvel: Excelente localização dentro do condomínio; Ótima topografia; Ideal para construção de residência ou casa de campo; Região tranquila e cercada pela natureza; Condomínio consolidado e valorizado; Fácil acesso às principais vias da região. Esta é uma excelente oportunidade para investir em um terreno com grande potencial de valorização e construir exatamente o que você sempre sonhou. Entre em contato com a ZC Empreendimentos Imobiliários e agende uma visita para conhecer este excelente terreno!
Alameda das Saíras, 1498 - Condomínio Vale do OuroExcelente oportunidade no Condomínio Vale do Ouro! Lote com 2.000 m², ideal para quem busca espaço, tranquilidade e contato com a natureza em um dos condomínios mais valorizados da região. O terreno possui ótima área aproveitável, já nivelada e preparada para construção, oferecendo praticidade e excelente potencial para projetos residenciais e de lazer. O imóvel já conta com importantes melhorias realizadas, como rampa de acesso ao lote, instalação de caixa d’água de 5.000 litros — ideal para garantir maior segurança em períodos de falta d’água — além de infraestrutura com energia elétrica e abastecimento de água já disponíveis. Outro grande diferencial é que o lote possui projeto de construção já aprovado pela prefeitura, trazendo mais praticidade e agilidade para quem deseja iniciar a obra. Uma excelente opção para construir sua residência definitiva ou investir em uma região cercada por natureza, tranquilidade e qualidade de vida.
Condomínio Vale Do Ouro · Ribeirão das Neves, MGExcelente oportunidade no Condomínio Vale do Ouro! Lote com 2.000 m², ideal para quem busca espaço, tranquilidade e contato com a natureza em um dos condomínios mais valorizados da região. O terreno possui ótima área aproveitável, já nivelada e preparada para construção, oferecendo praticidade e excelente potencial para projetos residenciais e de lazer. O imóvel já conta com importantes melhorias realizadas, como rampa de acesso ao lote, instalação de caixa d’água de 5.000 litros — ideal para garantir maior segurança em períodos de falta d’água — além de infraestrutura com energia elétrica e abastecimento de água já disponíveis. Outro grande diferencial é que o lote possui projeto de construção já aprovado pela prefeitura, trazendo mais praticidade e agilidade para quem deseja iniciar a obra. Uma excelente opção para construir sua residência definitiva ou investir em uma região cercada por natureza, tranquilidade e qualidade de vida.
Alameda dos Tangarás, 842 - Condomínio Vale do Ouro🌿 Terreno de 1.500m² no Condomínio Vale do Ouro – Localização Privilegiada Próxima à Portaria Apresentamos um excelente lote de 1.500m², plano e muito bem localizado, a poucos metros da portaria principal do renomado Condomínio Vale do Ouro. Ideal para quem busca praticidade no acesso e a tranquilidade de viver cercado pela natureza, este terreno é perfeito para construir a casa dos sonhos ou investir em qualidade de vida. 🔹 Destaques do lote: Metragem generosa: 1.500m² Topografia favorável Localização estratégica, próxima à entrada do condomínio Região tranquila e com excelente vizinhança 🏡 Infraestrutura do Condomínio: Segurança e portaria 24h Lagoas, capela e pista de caminhada Quadras esportivas e praças com aparelhos de ginástica Restaurante e mercearia internos Muito verde, ar puro e qualidade de vida 📍 Fácil acesso à BR-040 e a poucos minutos de centros comerciais. Aproveite essa oportunidade de viver ou investir em um dos melhores condomínios da região! 📞 Fale agora com a ZC Empreendimentos Imobiliários e agende sua visita!
Condomínio Vale Do Ouro · Ribeirão das Neves, MG🌿 Terreno de 1.500m² no Condomínio Vale do Ouro – Localização Privilegiada Próxima à Portaria Apresentamos um excelente lote de 1.500m², plano e muito bem localizado, a poucos metros da portaria principal do renomado Condomínio Vale do Ouro. Ideal para quem busca praticidade no acesso e a tranquilidade de viver cercado pela natureza, este terreno é perfeito para construir a casa dos sonhos ou investir em qualidade de vida. 🔹 Destaques do lote: Metragem generosa: 1.500m² Topografia favorável Localização estratégica, próxima à entrada do condomínio Região tranquila e com excelente vizinhança 🏡 Infraestrutura do Condomínio: Segurança e portaria 24h Lagoas, capela e pista de caminhada Quadras esportivas e praças com aparelhos de ginástica Restaurante e mercearia internos Muito verde, ar puro e qualidade de vida 📍 Fácil acesso à BR-040 e a poucos minutos de centros comerciais. Aproveite essa oportunidade de viver ou investir em um dos melhores condomínios da região! 📞 Fale agora com a ZC Empreendimentos Imobiliários e agende sua visita!
Alameda das Saíras, 280 - Condomínio Vale do Ouro🌿 Lote à Venda no Condomínio Vale do Ouro Apresentamos uma excelente oportunidade para quem busca qualidade de vida, privacidade e contato direto com a natureza. Este amplo lote, localizado no Condomínio Vale do Ouro, possui 2.016m², oferecendo espaço de sobra para construção de uma residência confortável, sofisticada e integrada ao ambiente natural. O terreno conta com dimensões generosas, proporcionando grande versatilidade para projetos arquitetônicos, permitindo a criação de áreas de lazer, jardins, espaço gourmet, piscina e muito mais, tudo com total aproveitamento do espaço. Situado em um dos condomínios mais valorizados da região, o Vale do Ouro é conhecido pela sua infraestrutura completa, segurança, tranquilidade e belíssima paisagem natural, ideal para quem deseja morar com conforto e exclusividade, sem abrir mão do contato com a natureza. Além disso, o lote está inserido em uma localização estratégica dentro do condomínio, garantindo fácil acesso às áreas comuns e proporcionando um ambiente perfeito para quem valoriza bem-estar, lazer e qualidade de vida. ✨ Diferenciais do lote: ✔ Ampla metragem com 2.016m² ✔ Excelente potencial construtivo ✔ Condomínio de alto padrão ✔ Segurança e tranquilidade ✔ Contato direto com a natureza ✔ Ideal para moradia ou investimento
Condomínio Vale Do Ouro · Ribeirão das Neves, MG🌿 Lote à Venda no Condomínio Vale do Ouro Apresentamos uma excelente oportunidade para quem busca qualidade de vida, privacidade e contato direto com a natureza. Este amplo lote, localizado no Condomínio Vale do Ouro, possui 2.016m², oferecendo espaço de sobra para construção de uma residência confortável, sofisticada e integrada ao ambiente natural. O terreno conta com dimensões generosas, proporcionando grande versatilidade para projetos arquitetônicos, permitindo a criação de áreas de lazer, jardins, espaço gourmet, piscina e muito mais, tudo com total aproveitamento do espaço. Situado em um dos condomínios mais valorizados da região, o Vale do Ouro é conhecido pela sua infraestrutura completa, segurança, tranquilidade e belíssima paisagem natural, ideal para quem deseja morar com conforto e exclusividade, sem abrir mão do contato com a natureza. Além disso, o lote está inserido em uma localização estratégica dentro do condomínio, garantindo fácil acesso às áreas comuns e proporcionando um ambiente perfeito para quem valoriza bem-estar, lazer e qualidade de vida. ✨ Diferenciais do lote: ✔ Ampla metragem com 2.016m² ✔ Excelente potencial construtivo ✔ Condomínio de alto padrão ✔ Segurança e tranquilidade ✔ Contato direto com a natureza ✔ Ideal para moradia ou investimento
Alameda dos Cardeais, 0 - Condomínio Vale do OuroLote à Venda – Condomínio Vale do Ouro | 3.000 m² Se você procura um terreno amplo, com excelente aproveitamento e pronto para receber o projeto dos seus sonhos, esta é uma excelente oportunidade no Condomínio Vale do Ouro. Com 3.000 m² de área, o lote se destaca por sua ótima topografia, totalmente aproveitável, proporcionando maior facilidade para construção e redução de custos com terraplenagem. O terreno oferece amplo espaço para desenvolver uma residência de alto padrão, área de lazer completa, jardins, pomar e tudo o que você sempre imaginou para viver com conforto e qualidade de vida. Localizado em um dos condomínios mais desejados da região, o Vale do Ouro proporciona segurança, contato com a natureza e excelente infraestrutura, sendo ideal para quem busca tranquilidade sem abrir mão da comodidade. Destaques do imóvel: 3.000 m² de área; Excelente topografia; Terreno totalmente aproveitável; Ideal para construção de residência de alto padrão; Localização privilegiada dentro do Condomínio Vale do Ouro; Condomínio com segurança 24 horas e cercado pela natureza. Uma oportunidade única para construir exatamente como você sempre sonhou, em um ambiente exclusivo, seguro e com excelente qualidade de vida.
Condomínio Vale Do Ouro · Ribeirão das Neves, MGLote à Venda – Condomínio Vale do Ouro | 3.000 m² Se você procura um terreno amplo, com excelente aproveitamento e pronto para receber o projeto dos seus sonhos, esta é uma excelente oportunidade no Condomínio Vale do Ouro. Com 3.000 m² de área, o lote se destaca por sua ótima topografia, totalmente aproveitável, proporcionando maior facilidade para construção e redução de custos com terraplenagem. O terreno oferece amplo espaço para desenvolver uma residência de alto padrão, área de lazer completa, jardins, pomar e tudo o que você sempre imaginou para viver com conforto e qualidade de vida. Localizado em um dos condomínios mais desejados da região, o Vale do Ouro proporciona segurança, contato com a natureza e excelente infraestrutura, sendo ideal para quem busca tranquilidade sem abrir mão da comodidade. Destaques do imóvel: 3.000 m² de área; Excelente topografia; Terreno totalmente aproveitável; Ideal para construção de residência de alto padrão; Localização privilegiada dentro do Condomínio Vale do Ouro; Condomínio com segurança 24 horas e cercado pela natureza. Uma oportunidade única para construir exatamente como você sempre sonhou, em um ambiente exclusivo, seguro e com excelente qualidade de vida.